BioGeogilde Weblog

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Âmbar alberga fósseis de insectos extintos 26 de Abril de 2011

Restos foram preservados durante 20 milhões de anos

Foram encontrados vários exemplares de pequenos insectos preservados em pedras de âmbar, em Chiclayo, no Peru. Os investigadores acreditam que estes pequenos espécimes – com 20 milhões de anos – tenham convivido com os dinossauros e possivelmente até antes da idade do gelo.

“Os pedaços de âmbar contêm insetos Psocoptera, Diptera, Coleoptera, Hemiptera e aranhas, bem como esporos e fosseis de pólen e até uma gota de sangue e pêlo de um mamífero roedor”, segundo avançou Honningen Klaus, responsável pela equipa de investigadores do Museu Paleontológico Meyer-Honningen, no Peru.

O paleontólogo adiantou que uma grande parte de presença fóssil na pedra ambarina pertence a restos de animais ou vegetais – pelo menos 80 por cento. A descoberta foi feita numa praia do extremo Norte do Peru.A equipa encontrou mais de uma centena de pedras, entre os sedimentos do rio, mas ainda não conseguiram identificar a maioria. Alguns dos insectos nem sequer estavam catalogados, como o exemplo de um mosquito zancudo, de patas longas ou uma vespa com o ferrão na parte da frente. (more…)
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Protegido: Exercícios sobre rochas sedimentares – 11º ano 10 de Março de 2011

Filed under: 11ºAno — Prof. Cristina Vitória @ 13:28
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Planeta caminha para nova extinção em massa 7 de Março de 2011

Seres vivos actuais não enfrentam fenómeno tão catastrófico como dinossauros

Um estudo, publicado ontem na revista científica «Nature», alerta para o facto de podermos estar a caminhar para uma nova extinção em massa. No entanto, ressalva que os seres vivos actuais não enfrentam um fenómeno tão catastrófico como o dos dinossauros.

Chamada de «Sexta Extinção» devido às «Big Five», como são conhecidas as cinco grandes extinções da história do planeta que exterminaram três quartos das espécies do planeta. A investigação, coordenado por Anthony Barnosky, da Universidade da Califórnia em Berkeley, calcula que, nos últimos 500 anos, perderam-se “apenas” entre um e dois por cento dos seres vivos modernos.
Contudo, a análise de fósseis de seres vivos sugere que, no máximo, duas espécies do grupo desapareciam a cada milhão de anos – antes da civilização humana. O estudo deixa, apesar de tudo, bem claro que existe incertezas nas contagens. Por exemplo, as espécies de mamíferos ‘abatidas’, do ano de 1500 até agora, foram 80 – o que é considerado uma aceleração brutal. (more…)

 

Datação Relativa 3 de Março de 2011

Filed under: Uncategorized — Prof. Cristina Vitória @ 09:10
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A datação relativa apoia-se no estudo dos fósseis e dos estratos para datar rochas. Todavia só os fósseis que se distribuem em intervalos de tempo curtos, na História da Terra, tendo ampla distribuição geográfica é que permitem essa datação. A esses fósseis dá-se o nome de fósseis de idade.

Datação relativa – Método de calcular a idade das formações geológicas ou de certos acontecimentos relativamente à idade de outras formações ou acontecimentos.

Estratos – Camadas sobrepostas paralelas formadas por sedimentos que se distinguem pela diferença de espessura, pelas dimensões ou pela coloração dos materiais.

Fóssil de idade – Fóssil que permite a datação de rochas, pois corresponde a espécies que viveram durante curtos intervalos de tempo e ocuparam áreas dispersas por muitas zonas da terra. São fósseis de idade as trilobites, que viveram apenas no Paleozóico e as amonites, que viveram no Mesozóico.

Princípio da identidade paleontológica – estratos com fósseis do mesmo tipo têm a mesma idade.

O método da datação relativa baseia-se, não só nas informações dadas pelos fósseis, como também em outros dois princípios fundamentais: o princípio da horizontalidade inicial, segundo o qual, se não houver nenhuma perturbação, a sedimentação se realiza regularmente, formando camadas geralmente paralelas e horizontais designadas por estratos, e o princípio da sobreposição dos estratos, segundo o qual cada estrato é mais antigo do que aquele que o recobre.

 

Extinção aos Dinossauros definiu evolução dos vertebrados terrestres 19 de Maio de 2010

As extinções em massa são capazes de relançar os dados da evolução, defende um estudo publicado hoje na revista “Proceedings of the National Academy of Science”. Mataram os dinossauros e permitiram que os mamíferos proliferassem há 65 milhões de anos, mas tiveram implicações mais subtis nas nossas vidas como termos cinco dedos em vez de seis.

No final do Devónico, há mais de 360 milhões de anos, os vertebrados com quatro patas chamados tetrápodes já tinham iniciado a colonização da terra. A maioria, no entanto, ainda se encontrava no mar. Um estudo publicado na revista “Proceedings of the National Academy of Science” mostra que foi uma extinção em massa ocorrida no fim deste período que ditou as linhas evolutivas de peixes e de tetrápodes que ainda hoje existem.

“Foi tudo atingido, a extinção foi global”, disse a principal autora do estudo, Lauren Sallan, da Universidade de Chicago. “Apagou a diversidade dos vertebrados em cada um dos ambientes, tanto em água doce como nas regiões marinhas, e criou um mundo completamente diferente”, explicou em comunicado. (more…)

 

Protegido: Materiais para o Estudo da Unidade 4 de Geologia 17 de Março de 2010

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Descobertas no Alentejo pegadas de elefantes extintos há mais de 30 mil anos 5 de Março de 2010

Uma equipa de investigação paleontológica descobriu no litoral alentejano os primeiros vestígios conhecidos na Europa do comportamento social do Elefante Antigo, tendo encontrado trilhos de pegadas destes animais extintos há mais de 30 mil anos.

A descoberta – feita por uma equipa científica do Geopark Naturtejo, coordenada pelo paleontólogo Carlos Neto Carvalho – resulta de um projecto de investigação das jazidas paleontológicas existentes ao longo do litoral do sudoeste alentejano e da costa vicentina, entre Porto Covo e Vila Nove de Milfontes.

A equipa de investigadores descobriu “um conjunto de pegadas de grandes e pequenos mamíferos, entre as quais as de um elefante que existiu na Europa, o Elephas antiguus”, explicou o especialista Carlos Neto de Carvalho.

“É um elefante próximo do elefante asiático e que se extinguiu há pouco mais de 30 mil anos do continente europeu”, explicou o especialista.

Estes trilhos de pegadas permitem aos investigadores conhecer mais sobre a anatomia destes animais e perceber também o tipo de comportamento e de habitats que povoaram imediatamente antes de se extinguirem.

“Já tinham sido descobertas várias ossadas, inclusivamente em jazidas portuguesas, e agora surge esta informação, que é complementar”, disse, sublinhando que este é o primeiro registo do comportamento social destes animais que se conhece na Europa. (more…)