BioGeogilde Weblog

Blog de apoio e complemento às aulas de Ciências Naturais, Biologia Geologia e Biologia

Formação da Lua 21 de Novembro de 2008

Filed under: Uncategorized — Prof. Cristina Vitória @ 12:24
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Este video é sobre a formação da Lua. Está em espanhol, mas é mui fácil entender.LOL

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Como é a variabilidade nos seres vivos ? 17 de Novembro de 2008

Filed under: 9ºB — Prof. Cristina Vitória @ 13:16
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milho
A variabilidade dos seres vivos (cor do cabelo e dos olhos, estatura, etc.) é garantida pelo sistema reprodutor/reprodução, que assegura a transmissão dos genes e/ou pelo ambiente e estilos de vida (interacção com o ambiente).

Caracteres hereditários – características determinadas pelos genes, e que podem ser transmitidas de geração em geração (herdadas).

Hereditariedade – conjunto de processos biológicos que asseguram a transmissão dos caracteres hereditários.

 

Hereditariedade

Filed under: 9ºB — Prof. Cristina Vitória @ 12:29
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Objectivos dna_infograph1

Compreender o conceito de hereditariedade.

Conhecer situações de transmissão de caracteres hereditários.

Localizar o material genético na célula.

Conhecer que os caracteres hereditários estão localizados nos genes.

Relacionar o conceito de probabilidade com a transmissão do sexo.

Conhecer o contributo do desenvolvimento científico na área da Genética.

 

“O Presente é a Chave do Passado” 3 de Novembro de 2008

Filed under: Uncategorized — Prof. Cristina Vitória @ 13:47
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Introdução
A superficie terrestre é bastante dinâmica. Como tal, está em constante transformação: os continentes mudam de posição e os oceanos formam-se e desaparecem.
A interpretação destas alterações foi influenciada consoante a época em que as várias teorias foram surgindo, embora todas elas pretendessem alcançar o mesmo objectivo: interpretar e explicar este mobilismo geológico.
Objectivos
  • Princípios básicos do raciocínio geológico e sua evolução ao longo do tempo
  • Breve introdução aos conceitos: – catastrofismo – uiformitarismo – neocatrastofismo – actualismo geológico
  • Mobilismo gelógico: – argumentos da deriva dos continentes – litosfera – astenosfera
  • As placas tectónicas e seus movimentos: – placas divergentes – placas convergentes – falhas transformantes
  • Limites entre placas: – limites destrutivos – limites construtivos – limites conservantes

 

Desenvolvimento

A Terra é um planeta que se mantém em constante mudança e a sua interpretação foi-se alterando ao longo dos tempos. Entre os séculos XII e XVII a Humanidade idealizou que o Homem e a Terra teriam a mesma idade, dado que todos os acontecimentos relevantes, por serem recentes, se encontravam registados na Bíblia. Entre os séculos XVIII e XIX surgiram várias teorias, sendo que as primeiras explicações geológicas eram fixistas, atribuindo as mudanças à existência da vontade do Criador, sendo a mais importante, o dilúvio, o que explicaria a presença de fósseis de animais marinhos em regiões continentais. Nesta linha de pensamento surge o catastrofismo, tal como o seu nome indica, explicava a ausência de um determinado fóssil nos estratos de uma série pela ocorrência de uma catástrofe (inundação, queda de meteoritos ou vulcões) que eliminava os seres vivos que aí viviam. A modificação das espécies fossilíferas numa sequência sedimentar era explicada pela ocorrência de catástrofes seguidas de um repovoamento de espécies vindas de regiões diferentes, ou então, originadas pelo Criador.Entre os catastrofistas,destacou-se George Cuvier, o qual teve o mérito de basear a sua interpretação em factos observados na Natureza, através da análise de dados paleontológicos, construíndo uma escala de tempo geológico baseando-se em episódios de extinção. No final do século XVIII, James Hutton verificou que as mudanças que ele presenciava eram repetições de fenómenos que haviam ocorrido em tempos anteriores, afirmando que os processos geológicos do passado podiam ser explicados através dos processos geológicos actuais, enunciando-se o uniformitarismo. Hutton reconheceu que a Terra, como planeta antigo que era devia o seu aspecto a um somatório de pequenos, lentos e repetitivos fenómenos naturais cujos os efeitos se fariam notar ao longo de um periodo de tempo muito prolongado.

Teorias

  • Catastrofismo – corrente de pensamento que defendia que as alterações que ocorriam no nosso planeta se deviam à ocorrência de grandes catástrofes naturais (dilúvio ), as quais, para além de provocarem a extinção da fauna e da flora existente, também explicariam a existência de fósseis de animais marinhos em zonas continentais. A estes periodos de extinção seguir-se-iam periodos de estabilidade em que uma nova flora e fauna voltariam a ocupar a superficie terrestre, originando uma nova era. O seu principal defensor foi Georges Cuvier (século XVIII )
  • Uniformitarismo – teoria que defendia que as causas das alterações geológicas actuais eram as mesmas que tinham originado fenómenos geológicos no passado (principio do actualismo ), uma vez que as leis naturais eram constantes no espaço e no tempo e a maior parte das mudanças geológicas eram lentas e graduais ( principio do gradualismo ). O uniformitarismo foi enunciado por James Hutton ( século XVIII ) e a sua metodologia – o principio das causas actuais – para além de fazer parte da base do Actualismo é ainda hoje utilizado em Geologia.
  • Neocatastrofismo corrente de pensamento em que existe uma mistura de ideias catastrofistas com ideias uniformitaristas, através da qual se pretendia explicar que a evolução do planeta Terra se devia não só à ocorrência de processos naturais lentos ( uniformitarismo ),como também à ocasional existência de fenómenos catastróficos provocando alterações profundas a nível geológico ( catastrofismo ). É nesta corrente que actualmente nos baseamos para a explicação das alterações da Terra.
  • Actualismo geológico esta teoria defende que, as causas que no passado provocaram modificações na Terra, para além de serem semelhantes às actuais, também teriam ocorrido sempre com a mesma intensidade que se verificava e observava na actualidade. Esta teoria caracterizava-se pela uniformidade temporal dos processos geológicos e foi avidamente defendida por Charles Lyell ( século XIX )
  • Teoria da deriva dos continentes – segundo esta teoria, as massas continentais apresentavam uma baixa densidade e, por esse motivo, flutuavam sobre as densas massas oceânicas, movimentando-se e alterando a superfície do planeta. Esta teria foi enunciada por Alfred Wegener ( 1912 ) e serviu de base à teoria da tectónica de placas.
  • Teoria da tectónica das placas nesta altura já se encontrava em vigor um novo pensamento científico, o evolucionismo (década de 60 do século XX), o qual retomou a teoria anteriormente enunciada por Wegener (teoria da deriva continental), reformulando-a e explicando qual a fonte energética do movimento das placas tectónicas admitindo que não são os continentes que se movimentam, mas sim as placas tectónicas ou litosféricas que contêm esses continentes. Esta teoria influenciou toda a Geologia moderna provando que a superficie da Terra é móvel.

Conclusões

Na História da Terra têm ocorrido grandes alterações tanto a nível geológico como biológico. Com os sucessivos aparecimentos de floras e faunas fósseis, tornou-se cada vez mais óbvio que a Terra teria muito mais tempo de vida do que o que se pensava. Os estudiosos da natureza tentaram interpretar e explicar estes fenómenos que modificavam a superficie terrestre de diferentes maneiras. Assim, surgiram vários tipos de teorias, algumas das quais serviram de base ao conhecimento cientifico que é actualmente aceite. Entre elas, sobressaiu a teoria da mobilidade dos continentes de Alfred Wegener. Embora tenha recebido fortes

 

Fósseis

Filed under: Uncategorized — Prof. Cristina Vitória @ 13:36
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Aqui estão mais alguns videos muito interessantes sobre a fossilização.

 

 

 

A Escala do Tempo Geológico 2 de Novembro de 2008

Filed under: Uncategorized — Prof. Cristina Vitória @ 23:51
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Combinando técnicas de datação absoluta e de datação relativa, os geológos determinaram a sequência cronológica dos acontecimentos que marcaram, ao longo dos tempos, a história da Terra. A partir desta sequência construíram a escala de tempo geológico.

                                                                                                                                                                                      Transparências Porto Editora

 

Datação Absoluta ou Radiométrica

Filed under: Uncategorized — Prof. Cristina Vitória @ 23:36
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Ao contrário da datação relativa, que apenas fornece a relação cronológica entre estruturas geológicas, a datação absoluta ou radiométrica permite estimar a idade das rochas em milhões de anos (M.a.), através da desintegração regular de isótopos radioactivos naturais.

Os isótopos radioactivos desintegram-se espontaneamente e a uma velocidade constante. A velocidade varia de elemento para elemento mas não é afectada por condições ambientais, como a temperatura ou a pressão.

Alguns elementos radioactivos têm períodos de semitransformação muito longos e outros mais curtos, sendo esses valores utilizados na determinação da idade das rochas.

 

Como fazer a datação radiométrica?

Tendo conhecimento do tempo que leva um elemento a desintegrar-se, os cientistas podem pesquisar as quantidades presentes do isótopo-pai e do isótopo-filho e chegar à data do início da desintegração.

Em teoria, o método da datação radiométrica é simples, mas difícil de pôr em prática, porque as concentrações de isótopos radioactivos presentes nas rochas são muito baixas e difíceis de avaliar com precisão. Os resultados podem também não ser significaivos se o isótopo-pai presente na rocha se juntar a outro isótopo após a formação ou se o isótopo-filho tiver podido escapar da rocha. São necessários testes muito sofisticados para assegurar que nada disto tenha acontecido.

Para fazer a datação radiométrica determinam-se as quantidades relativas do isótopo-pai (P) e do respectivo isótopo-filho (F), bem como a semivida (tempo necessário para que se dê a desintegração de metade do nº de átomos do isótopo-pai, originando átomos-filhos) correspondente.