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Blog de apoio e complemento às aulas de Ciências Naturais, Biologia Geologia e Biologia

Sexualidade Humana – Dúvidas? 26 de Fevereiro de 2009

Filed under: 9ºB — Prof. Cristina Vitória @ 22:55
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sexTens dúvidas sobre sexualidade e queres respostas? Consulta o programa do link e encontrarás muitas dessas  respostas. Caso continues com dúvidas, coloca-as num comentário porque, logo seja possível, será respondido.

http://www.virtual.epm.br/cursos/sexhum/popflash.php?largura=768&altura=540&swf=p_sexhum

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Workshop “Alimentação Saudável” – Menu 1

Filed under: 9ºB,Notícias da Ciência — Prof. Cristina Vitória @ 12:20
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No âmbito do Projecto “Viver com Saúde” e do programa de Ciências Naturais do 9º ano, a turma do 9ºB está a participar no Workshop de Alimentação Saudável, que se realiza todas a segundas-feiras na cantina da escola. Esta actividade tem como objectivo divulgar regras de alimentação equilibrada, promover o consumo de legumes/frutas, conhecer os métodos de confecção alimentar saudáveis, divulgar uma alimentação mais diversificada e atractiva. Além disso, à que realçar a alegre participação e convívio dos intervenientes, bem como dos convidados especiais.

 

A Seratonina 18 de Fevereiro de 2009

 

mind1mbmadness150imagesbrain11imagesmind11A serotonina é um neurotransmissor, isto é, uma molécula envolvida na comunicação entre as células do cérebro (neurónios). Ela é quimicamente representada pela 5-hidroxitriptamina (5-HT), sendo também frequentemente designada por este nome.

Esta comunicação é fundamental para a percepção e avaliação do meio que rodeia o ser humano, e para a capacidade de resposta aos estímulos ambientais. Apesar de serem poucos os neurónios no nosso cérebro com capacidade para produzir e libertar serotonina, existe um grande número de células que detectam esse neurotransmissor. Desse modo, a serotonina desempenha um importante papel no funcionamento do nosso sistema nervoso e existem numerosas patologias relacionadas com alterações na atividade desse neurotransmissor.

9877_seroittan3receptorsA serotonina parece ter funções diversas, como o controle da libertação de algumass hormonas e a regulação do ritmo cardíaco, do sono e do apetite, entre outras. Diversos fármacos que controlam a acção da serotonina como neurotransmissor são actualmente utilizados, ou estão a ser testados, em patologias como a ansiedade, depressão, obesidade, enxaqueca e esquizofrenia, entre outras. Drogas como o “ecstasy” e o LSD “mimetizam” alguns dos efeitos da serotonina em algumas células alvo.
Em geral, os indivíduos deprimidos têm níveis baixos de serotonina no sistema nervoso central. Neste caso, deve-se administrar inibidores da recaptação de serotonina pelos neurónios, como no caso de medicamentos à base de fluoxetina, ocasionando uma maior disponibilidade deste neurotransmissor na fenda sinaptica. Um certo número de alimentos, como banana, tomate, chocolate são ricos no precursor da serotonina, o triptofano.Outras acções como relações sexuais e apanhar sol fazem liberar serotonina.

 

A Célula 17 de Fevereiro de 2009

Filed under: Uncategorized — Prof. Cristina Vitória @ 16:40
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A célula é a unidade básica da vida. É a unidade estrutural e funcional de todos os seres vivos.

Os organismos multiplicam-se, reproduzem-se, sendo estes processos efectuados através das células. A forma de vida mais simples que é capaz de produzir cópias de si mesma, é a célula.

As células foram descobertas em 1665 por Robert Hooke, ao examinar lâminas de cortiça num microscópio  rudimentar. Hooke observou cavidades poliédricas, às quais chamou células (do latim cella, pequena cavidade). Na prática observou paredes vegetais de células vegetais mortas.

As células são limitadas por uma membrana celular (citoplamática) e no seu interior contém uma solução aquosa, o citoplasma. No citoplasma encontram-se dispersas numerosas estruturas designadas no seu conjunto por organelos.

 

Sentir borboletas na barriga 12 de Fevereiro de 2009

borboletasnabarriga1Como se explicam algumas sensações que descrevem os apaixonados

PEDRO ANTUNES PEREIRA

A primeira vez que o Mário conheceu Diana ficou irreconhecível. Suou, sentiu um friozinho no estômago, borboletas na barriga, e ainda por cima, os batimentos cardíacos aceleraram.

O Mário que não se assuste porque são reacções naturais do sistema nervoso, ainda que involuntárias. O que ele não deve saber é que no aparelho digestivo se alojam muitas celúlas nervosas.

O professor da Escola de Ciências da Saúde da Universidade do Minho, João Bessa, associa estas reacções à noção de paixão: “É um sentimento mais ligado a emoções básicas, enquanto o amor é um conceito mais vasto que engloba a formação de laços afectivos “.

A manifestação de emoções exteriores, como as referidas em cima, está associada à actuação do sistema nervoso autónomo.

“É a sua dimensão emocional, involuntária e não controlada que gera alterações físicas como o aumento do ritmo cardíaco, ou da tensão arterial; a pele fria e suada”.

Junte-se a dimensão cognitiva e podemos ter uma explicação: “Quando nos apaixonamos, o pensamento gira à volta do objecto do nosso interesse. No entanto, quando este tipo de pensamento se torna patológico, entramos no domínio das obsessões”.

João Bessa explica ainda que “a reactividade emocional varia de pessoa para pessoa e tem a ver com múltiplas características: a personalidade, o desenvolvimento pessoal e físico, o enquadramento familiar, social e laboral”.

A verdade é que as emoções são importantes “mecanismos de adaptação e mesmo de sobrevivência”, havendo uma função biológica “associada a esta necessidade de ligação aos outros”.

O professor universitário descansa os leitores: “Não há nenhum mecanismo para controlar estas emoções, que são involuntárias.

Não podemos fazer nada contra isso”. João Bessa acrescenta ainda que “há pessoas com maior sensibilidade para as alterações corporais induzidas pelas emoções do que outras que têm menor capacidade para interpretar as suas emoções”.

Um friozinhono estômago como reacção nervosa

A sensação é no mínimo estranha. Parece que o nosso estômago está “possuído” por borboletas, segundo uns. Ou é atravessado por um “friozinho”. Há uma explicação física do organismo para explicar esse estado.

Resulta da “activação do componente simpático do sistema nervoso autónomo no sistema digestivo que provoca estas sensações, ao qual se contrapõe o sistema parassimpático que tem acções contrárias”, explica ainda João Bessa.

Sabia que… Humor empurra paixão

Se está sempre bem-disposto fique a saber que a sua capacidade para se apaixonar pode ser maior do que aqueles leitores com uma disposição mais depressiva.

“Uma tonalidade do humor mais depressiva ou mais eufórica pode ser importante na criação de um relacionamento”, diz o professor universitário João Bessa. Por isso, às vezes, as primeiras impressões podem não ser as mais verdadeiras.

A caminho de uma explicação biológica está a noção de mono e de poligamia. “Estudos neurobiológicos recentes têm implicado a expressão de duas hormonas em diferentes regiões cerebrais na formação de relações afectivas estáveis e duradouras.”

Sabia que… Um arrepio na pele

“Dás-me um arrepio na pele” é uma das mais famosas frases de um das mais conhecidas canções de Marco Paulo. “Taras e Manias”, o tema em acusa, à parte, esta reacção volta a ter o sistema nervoso autónomo como responsável.

Mas quem está à espera de controlar ou treinar este tipo de emoções tire o cavalinho da chuva, explica o professor de Ciências da Saúde.

“Em princípio, não podemos treinar o sistema nervoso autónomo, mas há pessoas, por exemplo, que conseguem enganar os polígrafos. Mas isto exige um treino especializado porque é muito difícil enganar o sistema nervoso autónomo”.

                                                                                                                                         In Jornal de Notícias a 11/02/09

 

Estudo: Alguns vírus cancerígenos mudam geneticamente 11 de Fevereiro de 2009

Filed under: Notícias da Ciência — Prof. Cristina Vitória @ 14:10
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Os vírus causadores de alguns cancros modificam o seu material genético para enganar as defesas do organismo, sustenta um estudo espanhol publicado na revista Genome Research.

Estas alterações epigenéticas também podem estar presentes nos vírus como o da sida ou o da gripe, assinala o estudo.

O objectivo da investigação é esclarecer porque é que algumas pessoas portadoras de virus oncogénicos os eliminam, outras progridem para uma infecção e outros portadores acabam por desenvolver um tumor canceroso, e ainda ver que modificações no genoma estão implicadas neste processo.

Para o estudo fez-se uma mapa completo da metilação do ADN, um tipo específico de modificação química do material genético a partir de vários tipos de vírus relacionados com tumores, no que é a primeira análise completa que se faz do epigenoma de um ser vivo completo, como é um vírus.

O estado de metilação de alguns genes pode ser usado como um marcador do desenvolvimento dos tumores e para decifrar as complexas regras que determinam que tipo de genes podem ser metilados (alterados) durante a génese de um tipo de cancro, o que pode ser muito útil para se fazer um diagnóstico precoce.

Ao comparar o metiloma em portadores assintomáticos do vírus, em pacientes com uma infecção activa e em pacientes que estão a desenvolver um cancro, os investigadores viram que nos primeiros não está metilado, que ao desenvolver-se uma infecção começa a metilar, e que ao ter um tumor, o genoma do vírus está muito metilado.

Perante estes resultados, concluíram que a metilação é um mecanismo que usa o vírus para esconder-se do organismo, o que lhe permite perpetuar-se nas células.
                                                                                                                In Diário Digital a terça-feira, 10 de Fevereiro de 2009

 

BIOSFERA 8 de Fevereiro de 2009

Filed under: Uncategorized — Prof. Cristina Vitória @ 21:04
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Conjunto de todas as áreas da Terra onde existe vida (incluindo zonas profundas dos oceanos e parte da atmosfera)
O “ecossistema” inteiro da Terra

taiga-11Na imagem, as variações de cor nos continentes (entre amarelo claro e verde escuro) indicam a produtividade dos diferentes ambientes terrestres.

As partes mais claras indicam a presença de regiões desérticas, com pouca ou nenhuma vegetação (ou seja, pouca ou nenhuma produtividade). Como exemplos, veja, da esquerda para a direita, o grande deserto central da Austrália, na Oceania, o deserto de Atacama no sudoeste da América do Sul e o deserto do Saara no norte da África.

No outro extremo, estão as partes mais escuras, cobertas por vegetação densa (altamente produtivas). Bons exemplos são as florestas tropicais do norte da América do Sul, do centro da África e do sudeste asiático, bem como as florestas temperadas altamente produtivas do sudeste da América do Norte.

Já no século passado, muito antes do uso de satélites, os exploradores começaram a notar que grandes regiões da terra possuíam vegetação semelhante, mesmo em continentes diferentes.

Começam então a aparecer classificações das grandes formações vegetais ou biomas da Terra.