BioGeogilde Weblog

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Estudo revela novos dados sobre a lula gigante 20 de Março de 2013

Até agora tinham sido descritas 21 espécies. Mas afinal haverá apenas uma, segundo uma análise genética a amostras de todo o mundo.

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Há cerca de um século e meio, em 1857, bastaram algumas ventosas, um bico e outros fragmentos encontrados numa praia para que o cientista dinamarquês Japetus Steenstrup atribuísse um nome científico à mítica lula gigante. Agora, cientistas desceram ao nível das células e olharam para os genes do animal para concluir que, a despeito de muitas descrições feitas desde então, afinal há só uma espécie no mundo todo.

É este o principal resultado de um estudo publicado esta quarta-feira na revista Proceedings of the Royal Society B, liderada por investigadores da Universidade de Copenhaga – entre eles uma portuguesa.

É a primeira vez que as lulas gigantes são alvo de uma análise genética comparativa. “Até hoje, não havia nenhum trabalho porque havia poucas amostras”, afirma Paula Campos, do Centro para a Geogenética, do Museu de História Natural da Dinamarca, ligado à Universidade de Copenhaga. (more…)

 

Nascemos para a música 19 de Março de 2013

ng1335705_435x200Os sons musicais seduzem-nos e agem sobre nós como uma droga. A relação entre a música e o cérebro é complexa e vai ser estudada em Maio, num simpósio em Lisboa.

Há meia dúzia de anos, a brasileira Lovefoxxx (nome de guerra de Luísa Matsushita), da banda Cansei de Ser Sexy, declarava: «From all the drugs the one I like more is music [de todas as drogas, a música é a de que eu gosto mais]». Esta canção foi um dos grandes êxitos da banda de São Paulo, que teve fama mundial e existência efémera. E nem por acaso se chamava ‘Music is my hot hot sex’.

E não é que tinha razão? Em laboratório, Robert Zatorre, da Universidade McGill (Canadá), já demonstrou que a música chega ao nosso cérebro como uma droga. A culpa é da dopamina, diz o investigador canadiano. É através da libertação desta substância que se produzem, no cérebro, sensações gratificantes, agradáveis, como as causadas por uma boa refeição ou até por drogas psicoactivas. Isso mesmo, drogas. E tal como elas – e aqui entra a parte da intuição científica de Lovefoxxx – pode causar ‘dependência’.

O tema já é estudado há anos e será um de muitos a abordar num simpósio que se vai realizar em Lisboa a 25 de Maio, ‘Music, Poetry and the Brain’ (a Música, a Poesia e o Cérebro, o programa pode ser consultado em http://www.musicpoetrybraim.com), na reitoria da Universidade Nova de Lisboa (UNL). Entre os coordenadores do programa estão o próprio Zatorre e Armando Sena, da Faculdade de Ciências Médicas da UNL. Além deles – Sena apresenta a comunicação ‘Wagner e a Ciência’, a propósito do pensamento do compositor alemão sobre a música e a sua relação com a poesia – poderemos contar, por exemplo, com António Damásio e grandes investigadores da neurociência da música, como Daniele Schön ou Timothy Griffiths, entre outros. (more…)

 

Composição do Sangue 11 de Março de 2013

Filed under: 9ºAno — Prof. Cristina Vitória @ 11:15
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sangue_const_arealSangue = elementos figurados (1) + plasma (2).

Elementos figurados (1) – glóbulos vermelhos ou hemácias ou eritrócitos, glóbulos brancos ou leucócitos e plaquetas.

Plasma (2) – parte líquida do sangue.

Funções:

Plasma – transporte (nutrientes, resíduos, gases, etc.).
Hemácias – transporte de oxigénio e dióxido de carbono.
Leucócitos – defesa contra doenças/infecções.
Plaquetas – coagulação do sangue.

 

Sistema Cárdio-respiratório

Filed under: 9ºAno — Prof. Cristina Vitória @ 00:35
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VS Ramachandran: Os neurónios que moldaram a civilização 16 de Fevereiro de 2013

O neuro-cientista Vilayanur Ramachandran delineia as fascinantes funções dos neurónios-espelho. Descobertos recentemente, esses neurónios nos permitem aprender comportamentos sociais complexos, alguns dos quais constituíram os fundamentos da civilização humana como nós a conhecemos.

 

Meteoro ou meteorito? Depende do momento

Situações como a que ocorreu na Rússia não são raras, mas em geral não se podem prever.

Foi um “meteoro” ou “meteorito” o que caiu na Rússia nesta sexta-feira, provocando centenas de feridos? Ambos, explica Rui Jorge Agostinho, director do Observatório Astronómico de Lisboa.

Na terminologia científica, há três nomes para um corpo celeste como aquele. Quando ainda está a navegar no espaço, diz-se “meteoróide”. No momento em que atinge a atmosfera terrestre, passa a “meteoro” – que é o nome que se dá não à partícula em si, mas ao rasto luminoso que deixa no céu, devido à combustão causada pelo atrito com o ar.

Muitos meteoros não passam disso, com o corpo que veio do espaço a desintegrar-se na atmosfera. Mas se alguns resíduos chegam ao chão e são encontrados, então a estes chamam-se “meteoritos”.

“Obviamente que neste caso há meteoritos”, afirma Rui Agostinho, com base nas imagens até agora divulgadas do episódio na Rússia.

A esmagadora maioria dos meteoritos que chegam à Terra provêm da cintura de asteróides que existe entre Marte e Júpiter. Quando os asteróides chocam entre si, explica Rui Agostinho, muitas vezes ejectam material desta cintura para o interior do sistema solar. Algumas destas partículas podem chegar à Terra, como ocorreu na Rússia.

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Partículas como estas viajam a velocidades hipersónicas. Segundo as autoridades russas, o meteoro desta sexta-feira terá entrado na atmosfera a 30 quilómetros por segundo, quase 90 vezes a velocidade do som. Sob o atrito do ar, o meteoro trava até atingir a barreira do som. “Neste momento dá-se uma explosão sónica”, afirma Rui Agostinho.

Foi a onda sonora desta explosão que causou a maior parte dos danos na Rússia, sobretudo vidros partidos.

O episódio ocorrido na Rússia não é raro. “Objectos com aquele tamanho até são relativamente frequentes. Mas nem todos chegam até ao chão”, afirma Rui Agostinho. Situações semelhantes podem ocorrer em qualquer parte do mundo, com consequências distintas caso se dêem sobre o mar ou regiões despovoadas, ou em áreas urbanas. (more…)

 

Feliz dia de São Valentim 14 de Fevereiro de 2013

É a época do ano em que o amor está no ar, mas como as fotos comprovam – é em toda a Terra também. Estas imagens extraordinárias, tiradas por fotógrafos de todo o mundo, mostram que a Mãe Natureza comemora o grande dia, com formas de coração icónicos que surgem no mundo natural.

news.yahoo.com