BioGeogilde Weblog

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Imaginar comida pode ajudar a emagrecer 13 de Dezembro de 2010

Estudo na «Science» sugere que uma ideia repetitiva de um alimento já traz satisfação.

Uma equipa de investigadores da Universidade de Carnegie Mellon (Estados Unidos) publicou, na revista «Science», um estudo revelador que poderá fazer muita gente feliz. Quem estiver a pensar em perder uns quilos poderá pensar em comida e enquanto estiver a imaginar-se a devorar um chocolate ou um pedaço de queijo hipercalórico, o apetite irá diminuindo.

A verdade é que o primeiro pedaço de um alimento e já esperado há algum tempo é o mais suculento e, à medida que nos vamos acostumando ao sabor, torna-se menos emocionante. Os investigadores chamam a este processo “hábito” e com isto provam que a mente é um alimento poderoso.  Segundo a equipa, imaginar um chocolate pode ser suficiente para criar o “hábito” deste determinado alimento, por exemplo. Para chegar a esta conclusão, os investigadores pediram a um grupo de voluntários que imaginassem diferentes situações, enquanto realizavam 33 acções repetitivas. (more…)

 

Dia Mundial sem tabaco 31 de Maio de 2009

1502Assinalado, hoje, dia 31 De Maio, o Dia Mundial sem Tabaco tem este ano como tema “Imagens e Palavras – Alertas de Saúde”.

A imagem de uma grávida fumadora que partilha um cigarro com o bebé vai ser espalhada em Portugal na próxima semana para assinalar o Dia Mundial Sem Tabaco.

O presidente da Sociedade Portuguesa de Tabacologia (SPT), José Calheiros, disse à Agência Lusa que a imagem que vai ser divulgada, através de cartazes, para assinalar a efeméride, “vale por milhões de palavras”.

 

 

Dia Mundial sem Tabaco:fumadores_ajuda
Vício do cigarro aumenta nas mulheres mais jovens
É mais difícil para as mulheres deixar de fumar. Mas são elas o alvo da prevenção. São quem promove a saúde em casa.

Contribuir para que uma mulher deixe de fumar é fazer com que toda a família seja saudável. «As mulheres são as promotoras da saúde em casa e as protectoras da saúde dos filhos», afirma José Calheiros, especialista em medicina interna e presidente da Sociedade Portuguesa de Tabacologia (SPT).

Em Portugal, 24,3% da população feminina é fumadora activa ou ocasional. Apesar de o comportamento afectar 38,5% dos homens, é nas mulheres mais jovens que está a aumentar – entre os 25 e os 45 anos há 20% de fumadoras (dados da Organização Mundial de Saúde).

«É muito importante chegar a elas. Porque a sua biologia determina que a cessação tabágica seja mais difícil e porque há problemas de saúde associados ao tabaco que só afectam as mulheres» , salienta José Calheiros.

Um destes problemas é o tabagismo durante a gravidez, prejudicial para o bebé. Por esta razão, no Dia Mundial Sem Tabaco – comemorado no domingo – arranca uma campanha sobre os malefícios do tabaco e a exposição ao fumo passivo, com a mensagem ‘Não Fume na Presença das Crianças e Grávidas’.

O risco de cancro da mama é outro dos problemas que deverá levar as mulheres a acabarem com o vício. Um estudo recente realizado no Canadá mostra que há «uma relação clara entre esta doença e o tabaco», revela o especialista.

O professor de Medicina Preventiva da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade da Beira Interior acrescenta que, dos 40% dos cancros que poderão ser prevenidos, «21% têm como cauda fundamental o tabaco e só 5% o álcool».

A maioria não fuma

Em casa, estimular a auto-confiança dos adolescentes é uma forma de prevenir o tabaco: «Se se conseguir passar a mensagem de que não temos de ser todos iguais e de que a maioria das pessoas não fuma, está a contribuir-se para a saúde».

Na falta de prevenção, a aposta deverá ser na formação dos responsáveis pelas consultas de cessação tabágica, que «têm de encarar o tabagismo de forma integrada». O presidente da SPT sugere que haja uma coordenação entre especialistas, desde o nutricionista (que poderá evitar possíveis aumentos de peso) ao psiquiatra, nos casos em que o tabaco está associado a doenças mentais.

Fora da medicina convencional, o conselho é cuidar da mente antes de ‘cuidar’ do vício. Um especialista em medicina tradicional chinesa, um terapeuta de ayurvédica e uma especialista em alimentação macrobiótica explicam ao SOL os seus métodos.

31/05/09, In Sol