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ONU lança hoje catálogo com mais de um milhão de espécies 19 de Maio de 2010

Filed under: 11ºAno,Notícias da Ciência — Prof. Cristina Vitória @ 13:23
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Quantas espécies de animais e plantas existem no planeta é uma pergunta ainda sem resposta. A ONU quer ajudar a resolver este “mistério” e lança hoje numa conferência sobre biodiversidade, no Quénia, aquela que diz ser a lista mais completa, com mais de 1,25 milhões de espécies.

Actualmente, as estimativas apontam para valores que variam entre os dois milhões e os cem milhões de espécies. Mas apenas estão descobertas para a ciência 1,9 milhões.

Agora, o Catálogo da Vida 2010, reconhecido pela Convenção para a Diversidade Biológica, assume-se como a lista mais completa de sempre, com 1,257,735 espécies de plantas, animais, fungos e microrganismos, com um total de 2,369.883 nomes que lhe estão associados.

Este é um trabalho coordenado por Frank Bisby, da Escola de Ciências Biológicas na Universidade britânica de Reading, e resulta do esforço de 82 organizações espalhadas por todo o mundo. (more…)

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Países pedem estratégia global para proteger oceanos 14 de Maio de 2009

waves_thumbnail_0Um total de 64 países, incluindo os Estados Unidos, aprovou hoje a Declaração dos Oceanos de Manado, que pede à ONU que inclua a protecção dos mares na sua estratégia global contra as mudanças climáticas.

O documento conjunto «convida a considerar» os efeitos do aquecimento global sobre os oceanos na conferência de Copenhague de Dezembro, um encontro-chave no qual está previsto definir um protocolo que substitua o de Quioto, que expira em 2012.

Esta iniciativa foi adoptada durante a Conferência Mundial dos Oceanos, que começou na segunda-feira na cidade de Manado, a norte da ilha indonésia de Célebes, e que tem por objectivo chamar a atenção internacional para que actue também contra os efeitos do aquecimento global nos mares.

A declaração, que não é de carácter vinculativo, salienta também a necessidade de fomentar a cooperação internacional política e científica no âmbito marinho, e, neste sentido, recomenda que as economias avançadas prestem socorro técnico e financeiro aos países menos desenvolvidos.

Durante as negociações prévias ao acordo, várias nações industrializadas, entre as quais os Estados Unidos, foram contra assinar um texto no qual a ajuda fosse imperativa, o que constituiu um dos maiores obstáculos para se chegar a um consenso.

Além disso, a declaração salienta a importância de agir para «reduzir a poluição do mar e nas zonas do litoral», e aconselha realizar «estratégias de desenvolvimento sustentável» a nível nacional e inter-regional.

Além disso, os países que participaram na conferência salientam no documento a necessidade de aumentar a pesquisa oceanográfica e a troca de informação científica entre países.

O Governo da Indonésia, promotor e anfitrião do fórum, mostrou-se «profundamente satisfeito» com o conteúdo do documento final e pelo «compromisso» dos países, disse o ministro de Assuntos Marítimos e Pesca indonésio, Freddy Numberi, durante o acto oficial no qual foi anunciada a declaração conjunta.
                                                                                                     14 de Maio de 2009, In Diário Digital