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Quanta água corre nos oceanos? 20 de Maio de 2010

Novas técnicas comprovam que volume dos mares da Terra é menor do que se pensava.

1 332 milhões de quilómetros cúbicos é a quantidade total de água que contêm os oceanos na terra.

Os dados são resultado de um estudo realizado pela Woods Hole Oceanographic Institution, em Massachussetts, uma instituição privada que desde 1930 se dedica a investigar as relações entre as massas de água e o resto do nosso planeta.

Matthew Charette, membro da equipa encarregada de auditar os mares da Terra garante que “quem quiser saber quanta água existe no mundo e procurar no Google encontra cinco números diferentes, a maioria valores de há 30 ou 40 anos”.

Através de medições com satélites, os cientistas conseguiram reunir os dados mais precisos até agora sobre o volume de água nos oceanos. Os resultados da investigação foram publicados na Oceanography.

Os resultados são surpreendentes. O volume total dos oceanos (1 332 milhões de quilómetros cúbicos) é menor do que se pensava. A diferença, mesmo que seja apenas 0,3 por cento menor do que se calculou há três décadas, representa o volume equivalente a cinco vezes o Golfo do México. (more…)

 

Países pedem estratégia global para proteger oceanos 14 de Maio de 2009

waves_thumbnail_0Um total de 64 países, incluindo os Estados Unidos, aprovou hoje a Declaração dos Oceanos de Manado, que pede à ONU que inclua a protecção dos mares na sua estratégia global contra as mudanças climáticas.

O documento conjunto «convida a considerar» os efeitos do aquecimento global sobre os oceanos na conferência de Copenhague de Dezembro, um encontro-chave no qual está previsto definir um protocolo que substitua o de Quioto, que expira em 2012.

Esta iniciativa foi adoptada durante a Conferência Mundial dos Oceanos, que começou na segunda-feira na cidade de Manado, a norte da ilha indonésia de Célebes, e que tem por objectivo chamar a atenção internacional para que actue também contra os efeitos do aquecimento global nos mares.

A declaração, que não é de carácter vinculativo, salienta também a necessidade de fomentar a cooperação internacional política e científica no âmbito marinho, e, neste sentido, recomenda que as economias avançadas prestem socorro técnico e financeiro aos países menos desenvolvidos.

Durante as negociações prévias ao acordo, várias nações industrializadas, entre as quais os Estados Unidos, foram contra assinar um texto no qual a ajuda fosse imperativa, o que constituiu um dos maiores obstáculos para se chegar a um consenso.

Além disso, a declaração salienta a importância de agir para «reduzir a poluição do mar e nas zonas do litoral», e aconselha realizar «estratégias de desenvolvimento sustentável» a nível nacional e inter-regional.

Além disso, os países que participaram na conferência salientam no documento a necessidade de aumentar a pesquisa oceanográfica e a troca de informação científica entre países.

O Governo da Indonésia, promotor e anfitrião do fórum, mostrou-se «profundamente satisfeito» com o conteúdo do documento final e pelo «compromisso» dos países, disse o ministro de Assuntos Marítimos e Pesca indonésio, Freddy Numberi, durante o acto oficial no qual foi anunciada a declaração conjunta.
                                                                                                     14 de Maio de 2009, In Diário Digital