BioGeogilde Weblog

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Cientistas detectam nova forma biológica de produzir oxigénio 30 de Março de 2010

Até agora eram conhecidos três formas biológicas de se produzir oxigénio: a fotossíntese e outros dois regimes em que as células produzem oxigénio, normalmente para o seu próprio uso interno, recorrendo a enzimas que quebram substâncias que contenham oxigénio, como os cloratos.

Porém, recentemente foi descoberta uma bactéria capaz de produzir oxigénio através de um novo truque metabólico que lhe permite consumir o metano encontrado em sedimentos pobres em oxigénio, anuncia a “Science”.

Esta nova via  proporciona outras possibilidades para a compreensão de como e onde o oxigénio pode ser criado, sendo que, de acordo com Ronald Oremland, um geomicrobiologista americano que não está envolvido neste estudo, estes resultados poderão mesmo ter implicações na criação de oxigénio noutras partes do sistema solar. (more…)

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Transporte no floema – experiência de Marcello Malpighi 5 de Maio de 2009

Filed under: Uncategorized — Prof. Cristina Vitória @ 22:13
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experiencia_malpighi2O movimento xilémico garante o transporte de água e sais minerais até às folhas, para aí se produzirem substâncias orgânicas, pelo processo fotossintético. No entanto, como a fotossíntese não ocorre em todas as células, as substâncias produzidas nas folhas têm que ser transportadas para as restantes células da planta.

Experiência de Marcello Malpighi

Grande parte dos dados relativos ao movimento descendente de seiva elaborada foram obtidos a partir de experiências em que se removeu um anel estreito dos tecidos exteriores ao xilema.

 

Controlo da transpiração: os estomas 2 de Maio de 2009

A difusão de CO2 para dentro das folhas (para que possa ocorrer fotossíntese) e a difusão de vapor de água para fora das folhas (processo da transpiração) é controlada através de estruturas que se localizam na epiderme da folha e que se denominam estomas.

estomas_abertura_fecho_1
Estoma – Aparelho especial, com orifício (ostíolo), que existe na epiderme de alguns órgãos verdes dos vegetais e que regula as trocas gasosas entre a planta e o meio externo.
Abertura do estoma: 1- Iões entram para as células-guarda por transporte activo. 2- Água das células circundantes entra para as células-guarda por osmose. 3- As células-guarda ficam túrgidas, devido ao aumento de volume, e a água exerce pressão sobre a parede celular (pressão de turgescência). 4- A região delgada da parede das células-guarda distende-se mais do que a zona mais espessa, o que provoca a abertura do ostíolo.

Fecho do estoma: Completa.

 

Sistema de transporte das plantas vasculares : o xilema e o floema 26 de Abril de 2009

Filed under: Uncategorized — Prof. Cristina Vitória @ 16:34
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xilema_floema_1Xilema – Também designado por lenho ou tecido traqueano, especializado na condução de água e sais minerais desde a raiz até aos restantes órgãos das plantas, transporta a seiva xilémica ou seiva bruta (água e sais minerais) e é constituído por quatro tipos de células:
Elementos de vaso: células mortas com espessamentos nas paredes laterais de lenhina, o que lhes confere rigidez. A sua principal função é a condução de água e sais minerais.
Traqueídos: distinguem-se dos anteriores por possuírem perfurações.
Fibras lenhosas: células mortas muito longas e com paredes espessas. Têm função de transporte.
Parênquima lenhoso: constituído por células vivas de paredes celulares finas. Têm função de reserva.

Floema – Também designado por líber ou tecido crivoso é especializado no transporte de água e de substâncias orgânicas, resultantes da fotossíntese, desde as folhas até aos outros órgãos das plantas. Transporta a seiva floémica ou seiva elaborada (água, sais minerais e compostos orgânicos) e é constituído por quatro tipos de células:
Células do tubo crivoso: células vivas muito especializadas que se ligam-se entre si topo a topo, e cujas paredes transversais, com orifícios, constituem as placas crivosas. A principal função é a condução de água e substâncias orgânicas.
Células de companhia: células vivas que se situam perto das células dos tubos crivosos, com as quais estabelecem ligações citoplasmáticas.
Fibras liberinas: constituídas por células mortas com paredes espessas. A sua principal função é a de suporte.
Parênquima liberino: constituído por células vivas de paredes finas pouco diferenciadas. A sua função é de reserva.

 

Animação – A Fotossíntese 14 de Abril de 2009

Filed under: Uncategorized — Prof. Cristina Vitória @ 20:00
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fotossintese

 

Aspectos globais da fotossíntese

Filed under: Uncategorized — Prof. Cristina Vitória @ 19:00
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fotossintese_global1O processo utilizado pelos seres fotoautotróficos para a produção de matéria orgânica a partir de água e dióxido de carbono designa-se por fotossíntese e necessita de luz para que se possa realizar.

Seres fotoautotróficos (definição) – A base de qualquer cadeia alimentar é composta de seres autotróficos. Os que usam luz como fonte de energia são chamados fotoautotróficos.

Fotossíntese (definição) – Importante função (denominada também função clorofilina e clorocarbonização) pela qual as plantas verdes, em presença da luz, fixam o carbono do dióxido de carbono do meio externo e libertam oxigénio.

 

Autotrofia

Filed under: Uncategorized — Prof. Cristina Vitória @ 17:40
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Objectivos

Distinguir seres fotoautotróficos de seres quimioautotróficos;

Compreender que a fotossíntese é o processo de obtenção de energia por parte dos seres fotoautotróficos;

Compreender a importância dos pigmentos fotossintéticos na fotossíntese;

Relacionar os diferentes comprimentos de onda do espectro solar com a sua importância para a fotossíntese.

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Obtenção de matéria pelos seres autotróficos

Os seres autotróficos produzem compostos orgânicos a partir de substâncias minerais, utilizando uma fonte de energia externa. Parte desta energia é transferida para uma fonte de energia química que é utilizável, designada por ATP (adenosina trifosfato).

Seres autotróficos (definição) – Diz-se do ser vivo que tem a capacidade de se alimentar de quaisquer alimentos, mesmo que se encontrem sob a forma de compostos minerais, o que se verifica, em regra, nas plantas verdes e em algumas bactérias.