BioGeogilde Weblog

Blog de apoio e complemento às aulas de Ciências Naturais, Biologia Geologia e Biologia

Hoje é o Dia da Terra 22 de Abril de 2012

O Dia da Terra foi criado pelo senador americano Gaylord Nelson, no dia 22 de Abril de 1970.

Tem por finalidade criar uma consciência comum aos problemas da contaminação, conservação da biodiversidade e outras preocupações ambientais para proteger a Terra.

A primeira manifestação teve lugar em 22 de abril de 1970. Foi iniciada pelo senador Gaylord Nelson, ativista ambiental, para a criação de uma agenda ambiental. Para esta manifestação participaram duas mil universidades, dez mil escolas primárias e secundárias e centenas de comunidades. A pressão social teve seus sucessos e o governos dos Estados Unidos criaram a Agência de Proteção Ambiental (Environmental Protection Agency) e uma série de leis destinadas à proteção do meio ambiente.

Para mais informação:Dia da Terra

 

Células gigantes encontradas a dez mil metros de profundidade 30 de Novembro de 2011

Xenophyophorea é um ser parecido com as amebas, com 10 centímetros de diâmetro

Em Julho passado, durante uma expedição organizada pelo Instituto de Oceanografia Scripps e a National Geographic à Fossa das Marianas, o local mais profundo dos oceanos, foram encontradas pela primeira vez a dez mil metros de profundidade Xenophyophoreas, animais unicelulares parecidos com amebas mas que medem mais de 10 centímetros de diâmetro.

À volta destas que são as maiores criaturas unicelulares que existem, existia uma série de outras formas de vida que, em grande parte depende delas. Para levar a cabo esta missão, os engenheiros da National Geographic desenvolveram câmara robotizadas capazes de subir, descer e percorrer livremente a região submarina mais inexplorada do planeta.

Sabe-se que as Xenophyophoreas são abundantes no fundo do mar, havendo mesmo sítios que estão literalmente forrados com elas. No entanto, não se tinham encontrado até agora a mais de sete mil metros de profundidade. A National Geographic filmou-as a 10 641 metros. (more…)

 

Porquê que há ondas gigantes na Nazaré? 9 de Novembro de 2011

A explicação para esta consistência é um fenómeno geológico, o canhão da Nazaré, um sulco profundo no leito do oceano que canaliza a força da água direitinha para este trecho de costa. Com mais de 200 quilómetros de extensão, este é o maior desfiladeiro submarino da Europa: no seu extremo mais abissal, chega aos 5000 metros de profundidade.

O Canhão ou Cana da Nazaré é conhecido como o maior da Europa e um dos maiores do Mundo (com a cabeceira situada a curta distância da linha de costa, o Canhão da Nazaré estende-se ao longo de mais de 200 km na direcção do oceano profundo) e só recentemente começou a ser estudado de forma multidisciplinar, pelo projecto Hermes (programa que reúne equipas de diversos organismos de investigação cientifica de toda a Europa), financiado pela União Europeia. O projecto prevê o levantamento minucioso do fundo do mar, com identificação de correntes, sedimentos e biodiversidade para tentar ajudar a perceber um dos mistérios do mar português.

 

O vale submarino começa a definir-se a cerca de 500 metros da costa, ao largo da Praia da Nazaré, próximo do promontório do Sítio, recortando a plataforma continental com uma direcção de EW. Prolonga-se por mais de 170km de comprimento e atinge uma profundidade superior a 5000 metros na planície abissal onde desemboca. Mas a sua origem é uma incógnita, porque, normalmente, estas estruturas estão associadas a grandes rios, servindo de vazadouros dos seus sedimentos, o que não acontece, de forma imediata e aparente, no caso da Nazaré. Há estudos que indicam a existência, noutras eras geológicas, de um rio aqui, possivelmente o Mondego que, por movimentos tectónicos, poderá ter sido desviado para norte. (more…)

 

Biodiversidade 18 de Outubro de 2011

Filed under: 8ºAno — Prof. Cristina Vitória @ 11:04
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A Terra estará a viver a sexta extinção em massa por causa das alterações do clima 17 de Fevereiro de 2011

Qual vai ser o impacto das alterações climáticas na árvore da vida, no final do século XXI? Pela primeira vez, um artigo, publicado amanhã, quinta-feira, pela equipa do biólogo Miguel Araújo na revista Nature, avaliou os efeitos das alterações do clima na árvore da vida. A Terra pode estar a viver a sexta extinção em massa, desta vez pela mão humana, se não forem travadas as emissões de gases com efeito de estufa.

Já houve cinco momentos de desaparecimento maciço de biodiversidade, causados por fenómenos geológicos catastróficos — como a colisão de um asteróide com a Terra há 65 milhões de anos, que ficou famosa porque, entre os desaparecidos, estavam os dinossauros. Agora, devido às alterações do clima pela acção humana, há a tese de que a Terra estará a viver a sexta extinção em massa.

Mas uma vaga de desaparecimentos tem de cumprir quatro condições para ser uma extinção em massa, explica Miguel Araújo, coordenador do pólo na Universidade de Évora do Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos: tem de ocorrer de forma generalizada em todo o mundo; num período de tempo geológico curto; envolver grandes quantidades de espécies; e afectar espécies de um leque vasto de grupos biológicos. (more…)

 

Biodiversidade 2 de Janeiro de 2011

Filed under: 11ºAno,12º Ano — Prof. Cristina Vitória @ 23:56
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Descobertas 200 Novas Espécies na Papuásia-Nova Guiné 7 de Outubro de 2010

Filed under: 11ºAno,Notícias da Ciência — Prof. Cristina Vitória @ 09:35
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Rãs com dois centímetros, formigas de cabeça gigante, insectos semelhantes a grilos de cor verde-esmeralda e um género novo de um mamífero roedor. Estas foram algumas das mais de 200 espécies descobertas na Papuásia-Nova Guiné por uma equipa internacional de cientistas.

A expedição organizada pela Conservational International (CI) decorreu durante dois meses em 2009 e percorreu duas montanhas de ilhas diferentes do país que se mantêm protegidas da exploração humana e desconhecidas da ciência por serem tão inacessíveis.

“Estas descobertas devem servir como uma mensagem de cautela sobre o muito que ainda desconhecemos dos locais escondidos na Terra e que só conseguiremos preservá-los através de uma gestão coordenada e de longa-duração”, explicou Leeanne Alonso, director do Grupo de Avaliação Rápida da CI, que desde 1990 faz estudos para identificar locais ricos em espécies. (more…)