BioGeogilde Weblog

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Extinção aos Dinossauros definiu evolução dos vertebrados terrestres 19 de Maio de 2010

As extinções em massa são capazes de relançar os dados da evolução, defende um estudo publicado hoje na revista “Proceedings of the National Academy of Science”. Mataram os dinossauros e permitiram que os mamíferos proliferassem há 65 milhões de anos, mas tiveram implicações mais subtis nas nossas vidas como termos cinco dedos em vez de seis.

No final do Devónico, há mais de 360 milhões de anos, os vertebrados com quatro patas chamados tetrápodes já tinham iniciado a colonização da terra. A maioria, no entanto, ainda se encontrava no mar. Um estudo publicado na revista “Proceedings of the National Academy of Science” mostra que foi uma extinção em massa ocorrida no fim deste período que ditou as linhas evolutivas de peixes e de tetrápodes que ainda hoje existem.

“Foi tudo atingido, a extinção foi global”, disse a principal autora do estudo, Lauren Sallan, da Universidade de Chicago. “Apagou a diversidade dos vertebrados em cada um dos ambientes, tanto em água doce como nas regiões marinhas, e criou um mundo completamente diferente”, explicou em comunicado. (more…)

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Recursos Hídricos 17 de Maio de 2010

Fonte: Associação Portuguesa de Recursos Hídricos

 

Genes e circuitos cerebrais influenciam escolha da comida 14 de Maio de 2010

Investigador português recorreu à mosca do vinagre para realizar investigação.

Tal como os humanos ou qualquer outro ser vivo, a mosca do vinagre também tem “preocupações” para fazer uma alimentação equilibrada, mas até agora não se conheciam os factores envolvidos neste processo. O português Carlos Ribeiro, investigador principal no Programa de Neurociências da Fundação Champalimaud, juntamente com Barry J. Dickson, do Research Institute of Molecular Pathology, em Viena (Áustria), resolveu esta incógnita e identificou, pela primeira vez, os genes e circuitos cerebrais envolvidos no decurso desta decisão.

O estudo publicado agora na revista científica «Current Biology» foi efectuado em Drosophila melanogaster, mosca do vinagre, e abre portas para que se compreenda também como outros organismos escolhem as suas fontes de alimento, desde os mosquitos portadores do parasita da malária aos humanos.

Os investigadores usaram um ensaio simples para identificarem o tipo de alimentação que as moscas preferem. À comida enriquecida com proteínas, que contém leveduras, foi adicionado um corante azul, enquanto a que não tem leveduras foi «pintada» de encarnado. Pela simples observação da cor das barrigas das moscas, puderam, então, saber que alimentos ingeriram.

Depois de terem observado os hábitos alimentares da Drosophila ao longo de várias semanas, descobriram que a mosca do vinagre opta por diferentes fontes de alimentação, consoante as suas necessidades nutricionais, sexo e estado de acasalamento. “Normalmente, quando as moscas estão num ambiente com comida ‘completa’, ou seja, com açúcares e leveduras, e se lhes for dada a possibilidade de escolha, estas não comem a comida com proteínas”, explicou, acrescentando que se as moscas forem privadas de proteínas durante um determinado período de tempo, acabam por escolher alimentos com este nutriente.

Fêmeas mais rápidas do que machos

As moscas fêmeas são capazes de mudar de dieta mais rapidamente do que os machos, da mesma forma que as fêmeas que tenham acasalado são também mais rápidas nessa tarefa do que aquelas que são virgens.

De acordo com o investigador português, os resultados e os métodos genéticos experimentais disponíveis na mosca do vinagre permitiram “descrever as moléculas e neurónios que fazem com que as fêmeas que já tenham acasalado reajam mais depressa do que as virgens”. Além disso, foram identificadas as moléculas usados no cérebro das moscas para detectar a falta de proteínas e que fazem com que estas mudem as suas decisões, “o que se pode vulgarmente denominar como o sensor”. (more…)

 

Primeiro ninho de flamingos confirmado em Portugal

Lagoa dos Salgados, no Algarve, foi local escolhido pela ave.

A Lagoa dos Salgados, um dos sítios mais importantes do Algarve para a conservação das aves, tem a partir de agora mais um motivo de interesse: foram observados flamingos a nidificar, estando neste momento a incubar os ovos. A registar-se o sucesso da reprodução, será o primeiro caso confirmado em Portugal de nidificação desta espécie emblemática, e mais um factor decisivo para a protecção da Lagoa dos Salgados.
O Flamingo (Phoenicopterus roseus), ave pernalta de cor rosa, é uma das espécies que mais chama a atenção aos observadores. A espécie chegou a estar ameaçada, mas um enorme esforço de conservação em vários países resultou na recuperação das populações, que agora embelezam lagoas, salinas, estuários ou sapais do Sul da Europa e do Norte de África. É uma ave relativamente comum no Inverno nas zonas húmidas litorais desde o estuário do Tejo até ao Algarve, no entanto só por uma vez foi registada a tentativa de nidificação no pais, nos sapais de Castro Marim, na década de 1980.

A Lagoa dos Salgados é uma lagoa costeira entre os concelhos de Albufeira e de Silves, e que até à data não tem nenhum estatuto de protecção legal. É no entanto um sítio de grande interesse, constantemente visitado por observadores de aves e turistas nacionais e estrangeiros, que não prescindem de uma visita a este local onde se podem observar dezenas de espécies de aves. (more…)

 

Raio-X permite ver elementos químicos em fóssil de Archaeopteryx 11 de Maio de 2010

Filed under: 11ºAno,Notícias da Ciência — Prof. Cristina Vitória @ 12:41
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Um século e meio depois de ser descoberto, o fóssil do Archaeopteryx continua a dar informações inéditas. Investigadores utilizaram um aparelho de raio-x e identificaram elementos químicos no fóssil.

O estudo feito por uma equipa internacional de cientistas foi publicado na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS). Os investigadores verificaram que o que pareciam ser marcas das penas da ave com 150 milhões de anos, são afinal as penas fossilizadas.

“A descoberta que certos fósseis retêm a química detalhada do organismo original dá aos cientistas uma nova via para aprender mais sobre criaturas extintas há muito tempo”, disse em comunicado o investigador Rob Morton, do “Children of the Middle Waters Institute”, em Oklahoma.

O antigo fóssil foi irradiado com um raio-X do Stanford Synchrotron Accelerator Laboratory, que é muito potente e permitiu discernir diferentes tipos de elementos. O mapa químico revelou que as penas fossilizadas tinham fósforo e enxofre, constituintes presentes nas penas das aves de hoje. Nos ossos da ave, foram encontrados também elementos de cobre e zinco, que os investigadores acreditam terem sido importantes para a saúde do animal. (more…)

 

Dormir menos de seis horas pode causar morte prematura 6 de Maio de 2010

Estender o sono por mais de nove horas também não é benéfico e pode indicar problemas de saúde.

Dormir regularmente menos de seis horas por noite pode causar morte prematura, mas sono a mais também causa problemas, segundo um estudo que afirma ter provas inequívocas dos danos para a saúde dos padrões de sono invulgares.

Investigadores ingleses e italianos analisaram dados de 16 estudos distintos da Europa, Estados Unidos e Ásia por mais de 25 anos, que cobriam mais de 1,3 milhões de pessoas e mais de cem mil mortes.

A conclusão é clara: quem dorme menos de seis horas por noite tem 12 por cento mais de probabilidade de ser vitima de morte prematura do que os que dormem regularmente seis a oito horas.

O estudo, publicado na revista científica Sleep, juntou uma equipa de investigadores da Universidade de Warwick e da Escola Médica da Universidade Federico II em Nápoles. (more…)

 

Protegido: Material para o estudo das Rochas Metamórficas

Filed under: 11ºAno — Prof. Cristina Vitória @ 12:41
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