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China: Cientistas encontram fóssil inédito de réptil voador 14 de Outubro de 2009

Filed under: 11ºAno,Notícias da Ciência — Prof. Cristina Vitória @ 18:15
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réptil voadorCientistas anunciaram ter encontrado fósseis de um réptil voador desconhecido, que teria vivido no nordeste da China há 160 milhões de anos, segundo um estudo publicado na última edição da revista especializada Proceedings of the Royal Society B.

O animal foi baptizado de Darwinopterus, em homenagem ao naturalista britânico Charles Darwin, e pode ser uma prova de uma polémica teoria chamada evolução modular, segundo a qual, a selecção natural força a mudança rápida de várias características, e não apenas uma de cada vez.

Os darwinópteros eram criaturas parecidas com águias, cuja cabeça e pescoço se assemelham a pterodáctilos mais evoluídos. Já o resto do esqueleto se parece mais com o grupo primitivo.

Os 20 fósseis encontrados na China apresentariam semelhanças com pterodáctilos mais primitivos e mais evoluídos, que viveram entre 65 milhões e 220 milhões de anos atrás.

Até essa última descoberta, os cientistas conheciam dois grandes grupos de pterodáctilos: os primitivos, de cauda longa, e os mais evoluídos, de cauda curta. Entre eles, havia um vazio.

Os novos fósseis podem ser este «elo perdido» entre os dois grupos.

Com as suas mandíbulas longas e dentes pontiagudos, os animais pareciam ser mais bem adaptados à caça que outras espécies voadoras.

14 /10/09 Diário Digital

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Diferenciação Celular

Filed under: 11ºAno — Prof. Cristina Vitória @ 11:04
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Grávida transmitiu cancro ao seu bebé no útero

grávidaDuas questões intrigavam há décadas os especialistas: podia uma mãe transmitir um cancro ao seu bebé ainda por nascer, através da placenta, como se de um contágio se tratasse? E se assim fosse, como é que as células cancerosas da mãe não eram imediatamente reconhecidas como estranhas pelo sistema imunitário do feto e eliminadas?14/10/10 PÚBLICO

O trágico caso de uma japonesa de 28 anos veio demonstrar, pela primeira vez, que uma tal transmissão é possível e resolver o enigma. A mulher, aparentemente saudável, tinha dado à luz uma menina aparentemente saudável. Porém, a mãe acabaria por morrer, um mês e meio após o parto, de uma leucemia aguda. E, passados 11 meses, a menina dava entrada no hospital com um inchaço na bochecha: um linfoma. A criança, hoje com três anos, encontra-se em remissão.

Desde meados do século XIX conhecem-se 17 casos de provável passagem de metástases da mãe para o feto, explicam Takeshi Isoda, da Universidade Médica e Dentária de Tóquio, Mel Greaves, da Universidade de Londres, e colegas, na revista Proceedings of the National Academy of Sciences. Mas agora provou-se, escrevem, “sem qualquer ambiguidade, que o cancro do bebé é de origem materna”. (more…)