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Teatro-debate “Nem Muito Simples Nem Demasiado Complicado” 22 de Abril de 2009

Filed under: 9ºB,Notícias da Ciência — Prof. Cristina Vitória @ 13:01
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logo_usinaRealizar-se-á, nesta escola, no dia 23 de Abril de 2009, para os alunos do 8º e 9º ano a apresentação teatral: “Nem muito simples, nem demasiado complicado”.
Esta apresentação é realizada pela associação A Usina e insere-se no Projecto de Educação e Formação para a Saúde – “Viver com Saúde” desta escola. Esta actividade tem como objectivo o desenvolvimento das competências pessoais e sociais dos alunos abordando o tema a sexualidade de uma forma didáctica e lúdica.

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Cientistas anunciam descoberta do mais pequeno exo-planeta

ng1141359O português Nuno Santos, do Centro de Astrofísica da Universidade do Porto, faz parte da equipa europeia que descobriu o Gliese 581e. Com quase duas vezes a massa da Terra, encontra-se a apenas 20,5 anos-luz na direcção da constelação de Balança. Contudo, está muito próximo da sua estrela para poder ter água líquida, condição necessária para albergar vida.

É o planeta extra-solar mais parecido com a Terra e foi descoberto por uma equipa de cientistas liderada pelo suíço Michel Mayor, à qual pertence o português Nuno Santos, do Centro de Astrofísica da Universidade do Porto. O Gliese 581e podia ser o “Santo Graal” dos astrónomos não fosse estar demasiado próximo da sua estrela, ou seja, fora da Zona de Habitabilidade.

“O Santo Graal é a detecção de um planeta rochoso, semelhante à Terra e dentro da Zona de Habitabilidade – a região em torno da estrela com as condições necessárias para existir água líquida na superfície”, disse Michel Mayor, do Observatório de Grenoble. O suíço foi o primeiro a descobrir um planeta fora do Sistema Solar, o Pegasi 51b, em 1995.

O planeta “e”, no sistema Gliese 581 que está a apenas 20,5 anos-luz na direcção da constelação de Balança, tem quase o dobro da massa da Terra. Mas mesmo assim é o mais pequeno alguma vez descoberto. O Pegasi 51b tinha uma massa 80 vezes superior.

“A descoberta deste novo planeta vem demonstrar que o sonho de encontrar novas Terras está cada vez mais próximo. Com a experiência adquirida e os excelentes resultados obtidos até agora, estamos convictos que a nova geração de detectores nos permitirá ir mais longe”, disse Nuno Santos, segundo o comunicado divulgado pelo Centro de Astrofísica da Universidade do Porto.

O Gliese 581e necessita apenas de 3,15 dias para completar uma órbita em torno da estrela, o que significa que este planeta rochoso está demasiado próximo para permitir que haja água em estado líquido – factor essencial para ter vida.

Contudo, na Zona de Habitabilidade da mesma estrela está um segundo planeta, o Gliese 581d, que “será o primeiro e o mais sério candidato a planeta oceânico”, afirmou outro membro da equipa, Stephane Udry. Com uma massa sete vezes superior à da Terra dá a volta à estrela em 66,8 dias e é provavelmente muito grande “para ser exclusivamente rochoso”. Contudo, os cientistas pensam que se trata de “um planeta gelado que migrou para mais perto da estrela”, o que significa que poderá estar coberto por um vasto oceano.

Segundo o comunicado, estes planetas foram descobertos medindo as ínfimas deslocações da estrela causadas pela força de gravidade dos planetas à medida que se deslocam em seu redor. Essas deslocações podem ser de apenas sete quilómetros por hora, o equivalente a uma pessoa a andar apressadamente. A descoberta só foi por isso possível graças à precisão e estabilidade do espectrógrafo HARPS, que está instalado no telescópio de 3,6 metros do Observatório Europeu do Sul, em La Silla, no Chile

“Com condições de observação semelhantes, é possível encontrar um planeta parecido com a Terra dentro da zona habitável de uma estrela vermelha anã”, disse Xavier Bonfils, do Observatório de Grenoble. Mayor foi mais longe ao dizer à BBC que tal descoberta será feita dentro de um a dois anos.

                                                                                                       In Diário de Notícias, 22/04/09

 

Reacções da fotossíntese – vídeo 21 de Abril de 2009

Filed under: Uncategorized — Prof. Cristina Vitória @ 17:52
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Pigmentos fotossintéticos e espectro de absorção luminosa 20 de Abril de 2009

Filed under: Uncategorized — Prof. Cristina Vitória @ 13:13
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quadro_pigmentos_fotossinteticos1A clorofila a e b, os carotenos e as xantofilas são os principais pigmentos presentes nas células da planta. No entanto, noutros organismos fotossintéticos é possível encontrar outros tipos de pigmentos.

 

 

Espectro de absorção da clorofila a– representa a capacidade de absorção de uma radiação por um pigmento, em função do respectivo comprimento de onda:
grafico_pigmentos_arealeditores

                                                                                                                                                                                                                                                                      (Transparências Areal Editores)

Quando a luz incide nas folhas, uma parte é reflectida, outra é transmitida (atravessa as folhas) e outra é absorvida pelos pigmentos fotossintéticos.

Porque razão as folhas têm cor verde?

 Porque a cor verde corresponde à faixa do espectro cujas radiações não são absorvidas e que, por isso, constituem a cor que é visível aos nossos olhos.

 

A importância dos cloroplastos na fotossíntese

Filed under: Uncategorized — Prof. Cristina Vitória @ 12:36
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Nas plantas superiores, as folhas são os órgãos fotossintéticos mais importantes, razão pela qual, na maioria das folhas, encontramos uma grande densidade de cloroplastos e, consequentemente, uma grande quantidade de pigmentos fotossintéticos.

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(Imagem Porto Editora)

Plastos – Organelos das células vegetais que em geral se encontram em número elevado. Os plastos, não considerando o núcleo, são as inclusões maiores da célula vegetal. Classificam-se em leucoplastos (quando não possuem cor) e (cromoplastos) quando têm cor. Os cloroplastos são de cor verde. Os plastos desenvolvem-se a partir de proplastidos, formações sem cor que se encontram nas células meristemáticas e nas células imaturas. Também podem ser originados por divisão de outros plastos.

 

Investigação: crustáceos permitem regenerar pele 19 de Abril de 2009

2450-3570crustacea-postersCientistas chilenos desenvolveram, separadamente, novas técnicas de regeneração da pele ferida, a partir de crustáceos e células-mãe, com as quais será possível o tratamento de queimaduras e cicatrizes.

Químicos da Universidade de Concepción encontraram nas carapaças dos crustáceos uma substância chamada quitina, que, depois de transformada em quitosano e com aditivos e plastificantes, converte-se no perfeito substituto da pele humana.

«É usada (…) como suporte do crescimento que vai restaurando a mesma pele da pessoa sem deixar marcas», explicou o investigador Galo Cárdenas, salientando a compatibilidade da substância com o organismo humano.

Além disso, a pele artificial é elástica, transparente e biodegradável, evitando a recuperação dolorosa.

A invenção, que foi testada em 50 doentes, poderá ser vendida brevemente nas farmácias a 35 dólares (26,4 euros) por cada dez centímetros quadrados.

Paralelamente, investigadores da Universidade de Valparaíso, juntamente com colegas das universidades de Playa Ancha e Federico Santa María, continuam a trabalhar para gerar pele a partir de células-mãe, uma metodologia que promete uma recuperação maior com menos rejeição por parte do paciente, já que se trata de células da mesma pessoa.

De acordo com Manuel Young, director do Centro de Biotecnologia da Universidade Federico Santa María, as células mesenquimáticas, que se reproduzem rapidamente, são capazes de formar novos tecidos e permitem uma regeneração da pele de forma mais saudável e com menos cicatrizes.

In Diário Digital / Lusa 15 de Abril de 2009

 

Homem tinha árvore a crescer num pulmão 17 de Abril de 2009

Filed under: Notícias da Ciência — Prof. Cristina Vitória @ 09:54
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ng1138762Médicos acreditam que o paciente pode ter inalado uma semente de abeto e que começou a crescer dentro do seu corpo.

Foi encontrada uma planta, com cinco centímetros a crescer dentro do pulmão de um paciente na Rússsia. O homem, Artyom Sidorkin, de 28 anos, consultou o médico porque tinha constantes dores no peito e tosse persistente com sangue.

Os médicos suspeitavam que o paciente tinha cancro nos pulmões. Surpreendentemente, quando os médicos estavam a operar Artyom, para retirar o suposto tumor maligno, verificaram que não se tratava de cancro mas sim de uma pequena árvore a crescer dentro do pulmão, segundo informa o sítio online do jornal espanhol “ABC”.

De acordo com o diário “Komsomolskaya Pravda”, após a cirurgia, nos Montes Urais  na Rússia ocidental, os médicos acreditam que Sidorkin pode ter inalado uma semente de abeto e que começou a crescer dentro do seu corpo.

O russo, quando confrontado com o relatório dos especialistas, nem queria acreditar. Pensou que “estava a delirar”, noticia o “Globo.com”, quando lhe disseram que tinha sido encontrada uma árvore num dos pulmões.

                                                                                                                                  2009-04-14, In Jornal de Notícias