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5 Responses to “Antropólogo diz ter descoberto cadáver de vampira em Veneza”

  1. Maria Marins Says:

    Acho muito interessante esta descoberta, apesar de achar que não era necessário colocar aquilo na boca porque depois de mortos já ninguém faz mal a ninguem… Espero que a stora continue a pôr este tipo de notícias no blog porque acho-as muito interessantes…Bjs***

  2. biogilde Says:

    Maria, colocaram o ladrilho da boca porque acreditavam que era uma vampira…ou seja, que ela se levantaria durante a noite da sua cova e que sugaria o sangue dos vivos. O mais interessante sobre esta crença é a explicação cientifica que se tem hoje. POrque parecia que ela sugava o sangue? as suas roupas apareciam com sangue: Isto porque, depois de morta libertava os fluídos (sangue, linfa..) pela boca devido as causas de morte, talvez peste negra. Hoje sabe-se o porquê mas na época criou-se esse mito.

  3. Daniela 9B Says:

    Acho estas histórias de vampiros uns verdadeiros mitos que vão passando ao longo dos tempos… Mas, no entanto acho muito interessante estas descobertas para entender mentalidades…

  4. Janette Says:

    isso é uma mentira até parece! vampiro; hahahahahahahah. Conta outra vai! quem é o idota que acredita nisso?

  5. biogilde Says:

    Cara Janette,
    em resposta o comentário que fez à notícia do meu blog sobre Antropólogo diz ter descoberto cadáver de vampira em Veneza, só posso constatar que a Janette não leu a notícia. Porque caso o fizesse, perceberia, que a notícia tem uma explicação científica que desmistifica, exactamente, a existência de vampiros. Os vampiros só existem em lendas, fantasia e no imaginário no popular. Muitas vezes, estas crenças baseiam-se em factos, para os quais, as pessoas não têm explicação.
    O meu blog, caso tenha reparado, é sobre Biologia e Geologia e tem como objectivo dar apoio ao estudo dos meus alunos e às disciplinas que lecciono. Por isso, nunca escreveria ou publicaria nada para alimentar um mito. OK? Pelo contrário, publiquei esta notícia (que foi publicada em muitos jornais do meu país e do mundo) pelo seu carácter científico.
    Com os meus melhores cumprimentos,
    Cristina M. L. Vitória


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