BioGeogilde Weblog

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Divulgada imagem mais nítida de sempre da Terra 15/05/2012

Foram divulgadas as imagens mais nítidas alguma vez conseguidas do planeta Terra. As fotografias foram capturadas pelo satélite russo Electro-L, de uma só vez, ao contrário do que habitualmente acontece com as imagens da NASA.

O satélite russo, que órbita 36 mil quilómetros acima da linha do Equador, consegue uma fotografia do planeta a cada 30 minutos, com uma resolução até 121 megapixéis.

As fotografias apresentadas diferem das da NASA por terem sido tiradas de uma só vez, quando as imagens da agência espacial norte-americana resultam da junção de várias imagens sobrepostas.

O satélite usa quatro comprimentos de onda diferentes de luz, visíveis e infravermelhos. O cor de laranja, neste caso, representa a vegetação.O Electro-L mostra sempre a mesma face do globo, já que segue a Terra numa órbita geoestacionária.

Clique AQUI para ver a imagem em tamanho maior e clique na imagem para ver um vídeo do satélite russo.

Boas Notícias 15/05/12

 

A Terra vista do espaço à noite 03/05/2012

Um novo vídeo divulgado pela NASA dá a todos a oportunidade de saber como seria fazer um vôo panorâmico sobre a Terra durante a noite. As imagens foram captadas por uma câmara da Estação Espacial Internacional (ISS), um laboratório espacial em movimento que completa 15 voltas ao planeta por dia.
O vídeo tem pouco mais de 2 minutos mas, neste curto espaço de tempo, mostra imagens com enorme detalhe, que vão desde as luzes citadinas às nuvens, raios de luz que rebentam como se fossem “flashes” e os oceanos escuros.
No horizonte é ainda possível observar a aurora boreal causada pelos ventos solares e que aparece em fortes tons de verde perto dos pólos.
 Segundo a NASA, os clarões que acontecem durante o vídeo devem-se ao facto de, nesses momentos, o satélite se aproximar da metade da Terra iluminada pelo sol.
08 de Março de 2012 em Boas Notícias
 

Sonda da NASA confirma duas previsões da teoria da relatividade de Einstein 05/05/2011

Duas previsões da teoria da relatividade de Einstein foram confirmadas por testes feitos na órbita da Terra por uma sonda da NASA, num projecto que foi imaginado há 52 anos.

O objectivo era perceber qual o efeito da gravidade da Terra na quarta dimensão que o Nobel da Física, Albert Einstein, definiu como espaço-tempo. Esta dimensão pode ser vista como um tecido ou uma matriz onde os corpos celestes estão colocados.

Segundo a teoria, um corpo do tamanho da Terra, devido à sua gravidade, exerce o mesmo tipo de força sobre este tecido que uma pessoa pesada exerce sobre um trampolim. A rotação do nosso planeta também provoca um arrastamento neste tecido de espaço-tempo.

“Imaginemos a Terra, como se estivesse imersa em mel. À medida que o planeta roda e orbita à volta do Sol, o mel à volta iria deformar-se e fazer um remoinho, e passa-se o mesmo com o espaço e o tempo”, disse Francis Everitt, investigador principal desta missão, da Universidade de Stanford, Estados Unidos.

Esta deformação acontece também com as estrelas ou os buracos negros, e traz, supostamente, consequências físicas que os cientistas da NASA foram à procura. (mais…)

 

Sol brindou Dia dos Namorados com maior erupção dos últimos quatro anos 17/02/2011

Conta a NASA que o Sol não produzia uma erupção como a que produziu no dia 14, Dia dos Namorados, há quatro anos. As imagens recolhidas pelo Observatório de Dinâmica Solar da agência espacial norte-americana mostram aquela que é a primeira erupção de categoria X, a categoria máxima, desde 2006.

Os dados recolhidos por este observatório, que visam estudar a actividade da nossa principal estrela, revelam, diz a NASA, que há um novo ciclo solar a iniciar-se, com uma actividade fora do comum no hemisfério sul do Sol, diz a agência no seu site.

Estas tempestades solares emitem altos níveis de radiação, que podem provocar constrangimentos a nível das comunicações, por exemplo. Segundo a NASA, a capacidade destas erupções seria mais potentes do que mil milhões de bombas de hidrogénio. (mais…)

 

O exoplaneta rochoso e quente Kepler 10-b 11/01/2011

A missão Kepler, da NASA, confirmou a descoberta de um planeta rochoso, chamado Kepler 10-b, que gira em torno da estrela Kepler 10. É o menor planeta alguma vez encontrado fora do nosso Sistema Solar.

O Kepler-10b é um planeta rochoso – com uma superfície em que seria possível alguém sentar-se, à semelhança, por exemplo, da Terra, Marte, Vénus ou Mercúrio –, 1,4 vezes maior que o nosso planeta mas muito mais quente. Está 20 vezes mais perto da estrela Kepler 10 que Mercúrio do Sol. Isso significa que as temperaturas diárias numa das suas faces, constantemente exposta à estrela, ultrapassam os 1370 graus Celsius – mais quente do que os mares de lava existentes no interior da Terra.

“A descoberta do Kepler-10b, um ‘mundo’ rochoso de pleno direito, é um marco significativo na procura de planetas semelhantes ao nosso”, indicou Douglas Hudgins, cientista do programa Kepler a partir do quartel-general da NASA, em Washington. “Apesar de este planeta não estar na chamada zona habitável [a região num sistema planetário onde água em estado líquido poderá existir na superfície do planeta], esta excitante descoberta mostra o tipo de achados tornados possíveis pela missão, com a promessa de que muito mais está ainda por vir”, disse. (mais…)

 

Bactérias que comem arsénio podem levar a NASA a descobrir vida noutros planetas 02/12/2010

A janela com que procuramos vida no Universo acabou de aumentar depois de uma equipa de cientistas encontrar pela primeira vez uma bactéria que se alimenta de arsénio. A descoberta é publicada hoje na edição online da revista Science e amanhã na edição impressa, e é o mistério que a NASA revela na sua conferência de imprensa.

Toda a vida que se conhece é construída com base em seis elementos: o carbono, o oxigénio, o hidrogénio, o azoto, o enxofre e o fósforo. São estes átomos que fazem as moléculas de ADN, as proteínas, as gorduras que compõem as células dos animais, das plantas, dos fungos e das bactérias.

Quando se olha para fora do planeta Terra para encontrar vida, os cientistas têm o hábito de procurar por ambientes que podem disponibilizar estes elementos. “A vida como a conhecemos necessita de alguns elementos e exclui outros”, disse Arial Anbar, um dos autores do artigo, da NASA. “Mas serão estas as únicas opções? Quão diferente é que a vida pode ser?”, questionou o cientista, citado num comunicado de imprensa. (mais…)

 

Vamos passar a ver o Sol em alta definição 23/04/2010

Esta bola flamejante e esverdeada é o nosso Sol, visto pelo Observatório da Dinâmica Solar da NASA, que enviou para a Terra as primeiras imagens de alta definição da nossa estrela, vista como nunca se viu.

Lançado a 11 de Fevereiro pela agência espacial norte-americana, é o observatório tecnologicamente mais avançado que alguma vez foi colocado no espaço para espreitar o Sol. Anteriormente só se conseguiam obter imagens de alta resolução de pequenas porções da sua superfície, agora o SDO (as iniciais em inglês do observatório) consegue fazê-lo de todo o disco solar.

As zonas azuis e verdes são as mais quentes (um milhão de graus Kelvin, ou qualquer coisa como 999.726 graus Celsius) e as projecções vermelhas apenas uns 60 mil graus Kelvin (59.726 Celsius). “Estas primeiras imagens mostram um Sol dinâmico como eu nunca vi em mais de 40 anos de investigação solar”, disse Richard Fischer, director da Divisão de Heliofísica da NASA, citado num comunicado da agência.

“Esta missão vai ter um enorme impacto científico, semelhante ao que o Telescópio Hubble teve na astrofísica moderna”, prometeu. Manter sob olho as tempestades solares — que perturbam os campos electromagnéticos na Terra—é um objectivos deste observatório, que quer compreender como funciona o Sol.

Público 22/04/10

 

 

Encontrados animais vivos a 180 metros debaixo do gelo 19/03/2010

Filed under: 10ºA,11ºAno,Notícias da Ciência — Prof. Cristina Vitória @ 10:04 am
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Investigadores da NASA que faziam perfuração em plataformas de gelo na Antártida descobriram inadvertidamente, um exemplar de uma espécia ainda não documentada.

Cientistas não compreendem como estes animais – um anfípoda e uma espécie de medusa – conseguem sobreviver.

Ver o vídeo da imagem

Cientistas da NASA descobriram seres vivos a mais de 180 metros abaixo do gelo. Onde se pensava que apenas podiam viver alguns micróbios estavam, afinal, animais capazes de resistir a condições extremas: um anfípoda Lyssianasid, pequeno crustáceo marinho, parecido com um camarão, de oito centímetros de comprimento e cor de laranja e uma estranha espécie de medusa.

O achado que deixou os investigadores incrédulos aconteceu quando estes filmavam o interior de um bloco de gelo. De repente, uma pequena criatura aproximou-se e colocou-se sobre a câmara. Logo depois, os cientistas observaram um tentáculo que parecia o de uma medusa.

Robert Bindschadler, investigador da NASA, explica que não esperavam encontrar nada no bloco. O vídeo da descoberta será apresentado durante o encontro da União Geofísica Americana.

Esta descoberta levanta uma série de questões às quais os cientistas ainda não sabem responder. Como por exemplo, o que se encontra debaixo do gelo de planetas ou satélites.

A bióloga Stacy Kim, que colabora com a equipa da NASA, afirmou mesmo à comunicação social que não têm ideia do que se está a passar ali. Ela acredita que as criaturas encontradas habitavam mesmo aquele sítio, visto que estão a 19 quilómetros do mar aberto.

No entanto não se percebe como organismos tão complexos conseguem alimentar-se naquele lugar.

Ciência Hoje 16/03/10

 

Sismo do Chile desviou o eixo da Terra 02/03/2010

O sismo de 27 de Fevereiro no Chile que matou mais de 700 pessoas terá feito os dias na Terra mais curtos – embora imperceptivelmente, apenas 1,26 milionésimos de segundo mais curtos. Mas o eixo de rotação do planeta ter-se-á deslocado cerca de oito centímetros, em resultado do abalo de magnitude 8,8 na escala de Richter.

Estes cálculos são produto de um modelo informático usado pelo geofísico do Laboratório de Propulsão a Jacto da NASA Richard Gross. E não são algo inédito, que apenas tenha acontecido com este tremor de terra: estes efeitos acontecem quando se verificam grandes deslocações de massa no planeta.

Por exemplo, no terramoto de 9,1 na escala de Richter de Sumatra e no tsunami do Sudoeste Asiático que se lhe seguiu, a 26 de Dezembro de 2004, o dia terá diminuído 6,8 milionésimos de segundo e o eixo da Terra (a linha imaginária em torno do qual a Terra roda sobre si própria) ter-se-á deslocado sete centímetros. (mais…)

 

 
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