BioGeogilde Weblog

Blog de apoio e complemento às aulas de Ciências Naturais, Biologia Geologia e Biologia

Toda a costa portuguesa está exposta a tsunamis 20/04/2012

O antigo reitor da Universidade de Coimbra Fernando Rebelo defendeu hoje que toda a costa portuguesa está sujeita ao risco de tsunami, e não apenas a sul de Peniche, como consta no Mapa Oficial de Riscos.

O académico falava em Aveiro, no Instituto Superior de Ciências da Informação e da Administração, sobre o tema «O Litoral e riscos naturais», no VII Encontro Nacional de Riscos e I Fórum sobre Riscos e Segurança, em que teceu várias críticas ao Mapa Oficial de Riscos, publicado em 2006, em anexo ao Plano Nacional da Política de Ordenamento do Território.

Embora reconhecendo que o risco é maior na costa alentejana e no Algarve, o geógrafo considerou que “um mapa de riscos de tsunami tem de ser bem pensado para Portugal” e salientou que, de acordo com dados históricos, o tsunami que se seguiu ao terramoto de 1755 teve efeitos conhecidos na Irlanda e a norte de Londres, ou mesmo na Suécia, para concluir que “o risco de tsunami está em toda a costa portuguesa”.Referiu também um artigo publicado por um grupo de geógrafos franceses que visitou Portugal e no qual estes especialistas defendem que todas as praias portuguesas devem muito ao tsunami que se seguiu ao terramoto de 1755, que terá arrastado muita areia do fundo [do mar] para as praias. (mais…)
 

Homer Evolution 09/03/2012

Filed under: 10ºA,11ºAno,12º Ano,8ºAno,9ºAno,Curiosidades — Prof. Cristina Vitória @ 6:39 pm

 

Cientistas russos ressuscitaram flor com 30 mil anos 22/02/2012

É uma história que faz lembrar o Jurassic Park, sem âmbar nem dinossauros mas com a ajuda de esquilos pré-históricos: os cientistas russos conseguiram fazer crescer uma flor a partir de material vegetal congelado há 30 mil anos que foi guardado em buracos pelos pequenos mamíferos da época. Os resultados da investigação foram publicados agora na Proceedings of the National Academy of Sciences .

O poder de conservação das plantas é bem conhecido pelos cientistas. As sementes podem germinar passado muito tempo, 2000 anos até, no caso de sementes de palmeiras encontradas numa fortaleza de Masada, perto do Mar Morto, em Israel. Mas os resultados obtidos pela equipa liderada por Svetlana Yashina e David Gilichinsky, da Academia de Ciências Russa, não têm precedentes. “No presente, as plantas da S. stenophylla são os mais antigos organismos multicelulares viáveis”, escreveram os autores no artigo.

A planta que conseguiram regenerar da espécie Silene stenophylla continua a crescer na Sibéria. Mas este material biológico da flor estava escondido num dos 70 buracos de hibernação feitos pelos esquilos que viviam naquela altura, que os cientistas investigaram, no Nordeste da Sibéria.

“Todos os buracos foram encontrados a profundidades de 20 a 40 metros, da superfície de hoje, e estão localizados nas mesmas camadas onde existem ossos de grandes mamíferos como mamutes, rinocerontes-lanudos, bisontes, cavalos, veados, alces, e outros representantes da fauna” do Plistocénico tardio, escreveu a equipa.

Os buracos estão na acamada de permafrost, uma camada de solo gelada e que funciona como um congelador gigante. Este solo manteve durante dezenas de milhares de anos o material a uma temperatura média de -7 graus célsius. No laboratório, através da técnica de Carbono 14, os cientistas aferiram a idade do material, que tem cerca de 31.800 anos, com um erro de 300 anos.

O material continha sementes e partes do fruto da espécie vegetal. A equipa tentou germinar as sementes, mas não obteve sucesso, depois utilizaram partes vivas do furto da planta. Ao contrário dos animais, é possível regenerar uma planta a partir de partes vivas de um espécime, que nas condições certas, acabam por se desenvolver dando origem a raízes, caules, folhas, flores e frutos. No fundo, desenvolve-se um clone. Foi o que aconteceu nesta experiência, os cientistas colocaram a germinar pedaços do fruto, que germinou e deu uma planta com flores. Os cientistas conseguiram ainda produzir novas plantas a partir das sementes produzidas por estas flores. (mais…)

 

Feliz São Valentim 14/02/2012

 

Células gigantes encontradas a dez mil metros de profundidade 30/11/2011

Xenophyophorea é um ser parecido com as amebas, com 10 centímetros de diâmetro

Em Julho passado, durante uma expedição organizada pelo Instituto de Oceanografia Scripps e a National Geographic à Fossa das Marianas, o local mais profundo dos oceanos, foram encontradas pela primeira vez a dez mil metros de profundidade Xenophyophoreas, animais unicelulares parecidos com amebas mas que medem mais de 10 centímetros de diâmetro.

À volta destas que são as maiores criaturas unicelulares que existem, existia uma série de outras formas de vida que, em grande parte depende delas. Para levar a cabo esta missão, os engenheiros da National Geographic desenvolveram câmara robotizadas capazes de subir, descer e percorrer livremente a região submarina mais inexplorada do planeta.

Sabe-se que as Xenophyophoreas são abundantes no fundo do mar, havendo mesmo sítios que estão literalmente forrados com elas. No entanto, não se tinham encontrado até agora a mais de sete mil metros de profundidade. A National Geographic filmou-as a 10 641 metros. (mais…)

 

Afinal, terá sido o metano que causou a extinção da vida marinha 24/07/2011

A extinção de cerca de 90 por cento das espécies marinhas e de 70 por cento dos vertebrados ocorrida há 201 milhões de anos terá sido causada, não pelo incremento da actividade vulcânica, mas graças à libertação de uma enorme quantidade de metano na atmosfera, conclui um estudo publicado hoje na revista Science.

Um grupo de investigadores coordenado por Micha Ruhl, da Universidade de Utrecht, na Holanda, defende que a destruição da vida marinha que aconteceu durante o período geológico, altura em que se deu a fragmentação da Pangeia – e que a comunidade científica atribui a alterações de clima – correspondeu antes à libertação de metano para a atmosfera, seguida de uma alteração climática.

Até agora, os estudos apontavam a actividade vulcânica como a causa das alterações de clima que levaram à extinção maciça de espécies marinhas. Teoria que é posta, agora, em questão. De acordo com os investigadores, a libertação de toneladas de metano – um hidrocarboneto em forma de gás incolor – aconteceu durante dez mil a 20 mil anos, durante a extinção da vida marinha no final do período Triásico. (mais…)

 

Portugueses estudam antibiótico encontrado em bactéria dos Açores 22/06/2011

Uma equipa de cientistas portugueses conseguiu pela primeira vez produzir mais facilmente uma classe de antibióticos, os chamados lantibióticos. Fez isso com uma substância de um bacilo encontrado nos Açores, esta molécula combate bactérias resistentes.

As fontes hidrotermais dos Açores foram o início da história que terminou este ano, com a publicação de um artigo na revista Chemistry & Biology. Foram nestas fontes que Sónia Mendo, professora da Universidade de Aveiro e coordenadora do trabalho, encontrou em 2000 o Bacillus licheniformis, durante o seu doutoramento. “As fontes hidrotermais são habitats adversos em que vamos encontrar organismos com capacidades diferentes do habitual”, explicou Sónia Mendo ao PÚBLICO.

A investigadora descobriu que este bacilo produz a lichenicidina, uma substância que combate duas das bactérias hospitalares mais resistentes: o Staphylococcus aureus resistente à meticilina e Enterococcus resistente à vancomicina.

A lichenicidina é interessante porque é uma molécula que faz parte dos lantibióticos, uma das várias classes de antibióticos, que se distingue por ter na sua composição o aminoácido lantionina.

A molécula identificada nas fontes hidrotermais dos Açores é formada por duas cadeias de cerca de 30 aminoácidos cada. Deste modo, a lichenicidina causa dois efeitos diferentes nas bactérias: impede-as de produzir a parede celular que as envolve e causa buracos na membrana celular deses micróbios, destruindo-os. “Em vez de ter um alvo tem dois, para as bactérias é mais difícil desenvolver resistências.” (mais…)

 

Mapas de Conceitos 11º ano 18/06/2011

Filed under: 10ºA,11ºAno — Prof. Cristina Vitória @ 5:20 pm
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Cá estão os mapas de conceitos de grande parte dos conteúdos da disciplina de Biologia e Geologia: Espero que ainda possam ajudar nas últimas horas antes do exame. Bom trabalho.

Rochasediment_mc ; Mapas de conceitos ; Mapa_Conceitos_Reproducao ; Mapa_Conceitos_Evolucao 3 ; Mapa_Conceitos_Evolucao 2 ; Mapa_Conceitos_Evolucao 1 ; Mapa_conceitos_evolucao ; Mapa_Conceitos_Acidos_Nucleicos ; Magmas e vulcanismo.

 

Dicas que podem ajudar a ter um melhor desempenho nos exames 18/06/2011

Muito do que se faz em época de exames acaba por ajudar pouco e pode até prejudicar muito. Para evitar mais erros e garantir uma melhor prestação, relembramos aqui os conselhos que nos foram sendo transmitidos pelo agora ex-responsável do Gabinete de Avaliação Educacional; Carlos Pinto Ferreira, pela psicóloga clínica Lara Alves e pelo coordenador do gabinete de apoio ao aluno de um instituto do ensino superior, Ricardo Carvalho.

Adeus a alguns hábitos dominantes:

- Para estudar é preciso calma e concentração. Por isso, os estudantes devem excluir outras actividades enquanto estudam, como por exemplo ver televisão, trocar SMS ou mensagens via MSN.

- As directas são inimigas do cérebro

- O consumo de estimulantes, café incluído, só parece que ajuda, mas na prática acaba por prejudicar mais. Nomeadamente impede que os períodos de repouso se cumpram sem sobressaltos.

- Estudar durante muito tempo e até muito tarde não ajuda a capacidade de reflexão e de memorização

- Estudar na véspera do exame pode baralhar mais do que ajudar. A falta de tempo é geradora de mais ansiedade e insegurança. Com este sprint final também ficarão mais cansados, podendo assim prejudicar a prestação no exame.

- Deve-se parar de estudar cerca de uma hora antes de ir para a cama. Ouvir música, tomar um banho, ver um pouco de televisão são actividades que podem ajudar a “cortar”. O cérebro não é como um interruptor, que pode simplesmente desligar-se

Antes dos exames (preparação):

- Os estudantes devem fazer os seus próprios apontamentos. Não basta ficar a olhar para os livros e esperar que, por milagre, a matéria se transfira automaticamente para o cérebro. Resumir, sublinhar e escrever por palavras próprias ajuda à concentração, à sistematização e à memorização

- Fazer esquemas da matéria, com palavras-chave, pequenas frases e ligações entre conceitos ajuda a sistematizar e a organizar conhecimentos, o que é fundamental para uma boa prestação.

- Aproveitar o estudo para exames para treinar a expressão escrita

- Para testar conhecimentos adquiridos, recorrer a enunciados de exames de anos anteriores.

- A sessão do dia deve começar por uma revisão da matéria estudada na véspera

Nos exames:

- Reconfirmar sempre a data, a hora e o local do exame. Deixar todo o material preparado na noite anterior para evitar momentos de pânico e atrasos.

- Fazer exercícios respiratórios antes e durante a prova ajuda a acalmar. Basta fechar os olhos e respirar calma e profundamente 10 vezes

- Evitar conversas que sejam fonte de perturbação.

- Evitar perguntas sobre a matéria nos momentos antes de entrar para o exame, porque só provocará mais ansiedade e confusão.

- Não comer demasiado antes do início da prova, nem fazer esta de estômago vazio

- Se a mesa onde se está a fazer o exame abanar, pedir para trocar ou então colocar um calço debaixo da perna da mesa antes de começar a prova.

- Ler, com atenção, todo o enunciado até se perceber com certeza o que é pedido. São muitos os alunos que não lêem as questões até ao fim ou que as treslêem, respondendo a perguntas que não foram postas ou perdendo tempo com demonstrações que ninguém pediu

- Fazer primeiro as perguntas em que se está mais bem preparado.

- Não desistir de imediato só porque as perguntas não soam familiares. Tentar antes identificar o que de facto é pedido porque na maioria dos casos as questões dos exames dizem respeito a matéria que foi ensinada.

- Fixar duas ou três palavras-chave para cada resposta, já que este exercício pode ajudar a “activar” os conhecimentos adquiridos e a não esquecer partes que sejam essenciais.

- Evitar que a mão escorregue para a escrita tipo SMS. É frequente, mas conta como erro ortográfico.

- As respostas devem ser escritas com clareza e com princípio, meio e fim, evitando também as frases muito longas. Várias vezes o motivo de uma classificação mais fraca prende-se com problemas na expressão escrita.

- Quando há pouco tempo, mais vale entregar o exame tal como está em vez de rever a prova. Muitas vezes, à última hora, são alteradas respostas a que antes, com mais calma e menos cansados, os alunos tinham respondido de forma correcta.

Público 07/06/10

 

Os perigos dos sacos de plástico 30/05/2011

Filed under: 10ºA,11ºAno,12º Ano,9ºAno — Prof. Cristina Vitória @ 9:36 pm
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