Parece improvável, pelo menos num futuro próximo, que consigamos reconstruir-nos com células tronco. Mas sim está previsto que se consiga, em breve prazo, curar doenças até agora incuráveis, como o cancro, a diabetes ou o parkinson.
O tipo de acção que as células tronco podem realizar é, como é conhecido, especializar-se (converter-se) em qualquer um dos tipos celulares normais, podendo assim substituir células danificadas no organismo, como acontece nos casos das doenças antes referidas e de muitas outras.
O maior problema no desenvolvimento dos estudos com células tronco assenta no conflito ético que supõe a utilização fundamentalmente de embriões humanos para a obtenção de células tronco, sendo depois estes necessariamente desdenhados.
Isto supôs que George Bush, em 2001, proibisse nos Estados Unidos que se financiassem com fundos públicos federais as investigações com células tronco, o que contribuiu a travar o desenvolvimento destes estudos.
Surgia há uns dias uma alternativa que trazia a esperança a muitas pessoas que dependem de uma evolução nestas investigações para poder-se curar: Científicos da Escócia e do Canadá publicaram um estudo (ver no Washington Post), na revista Nature, no que expõem que descobriram um processo para converter de maneira segura outros tipos de células normais em células tronco.Já antes se tinham obtido progressos em investigações deste género, mas para a transformação em células tronco utilizavam-se vírus, para introduzir os genes necessários nas células, e isto trazia alguns riscos acrescentados como a introdução de potenciais agentes cancerígenos, ou danificar o próprio ADN celular.
As células estaminais são tipo as células tronco, não é?
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Olá Joana,
sim as células-tronco são as células estaminais.